ELIETE DE MEDEIROS FRANCO

A ERGONOMIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA ANÁLISE DO POSTO DO MESTRE-DE-OBRAS

Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal de Santa Catarina para obtenção do grau de mestre em Engenharia

Florianópolis

Santa Catarina - Brasil

Novembro de 1995




ELIETE DE MEDEIROS FRANCO

A ERGONOMIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA ANÁLISE DO POSTO DO MESTRE-DE-OBRAS


Esta dissertação foi julgada adequada para obtenção do Título de "MESTRE". Especialidade em Engenharia de Produção, e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.


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Prof. Ricardo Miranda Barcia, Ph. D.

Coordenador do Programa

BANCA EXAMINADORA:

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Prof. Neri dos Santos, Dr. Ing.

Orientador

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Prof. Luis Fernando M. Heineck, Ph. D.

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Profa. Leila Amaral Gontijo, Dr.




Dedico este trabalho

a meus filhos Daniela e Rafael que souberam

compreender e aceitar minhas ausências.

aos meus pais, José Hélio e Dalva,

pelo exemplo de vida, carinho e incentivo.




AGRADECIMENTOS

Gostaria de manifestar aqui meus agradecimentos a todos os que colaboraram para a realização deste trabalho.

Ao Professor Neri dos Santos pelo apoio e estímulo na orientação deste trabalho.

Aos Professores Luis Fernando M. Heineck e Leila Amaral Gontijo pelas sugestões para o enriquecimento deste trabalho.

Aos professores do curso com quem tive o privilégio de conviver, pelos conhecimentos e experiências transmitidas.

As empresas e entidades pesquisadas e aos trabalhadores, engenheiros e construtores, em especial os mestres-de-obras pela colaboração e fornecimento de informações.

Aos colegas Ana Regina Aguiar Dutra, Maristela Moraes de Almeida e Renato José de Souza pela convivência intelectual e amiga cultivada no decorrer do curso. Em especial à colega Mônica Maria Mendes Luna, companheira na coleta e análise dos dados que compõem o exemplo deste estudo, pelas constantes discussões e sugestões, que certamente ajudaram a enriquecer o trabalho, e principalmente pela amizade, apoio e atenção nos momentos difíceis.

Aos meus irmãos e familiares pelo carinho e incentivo.

Aos amigos pela colaboração que deram, acolhendo meus filhos nas inúmeras vezes em que minha jornada se estendeu e pelo apoio que sempre deram.



SUMÁRIO

LISTA DE FIGURAS E GRÁFICO

LISTA DE QUADROS

RESUMO

ABSTRACT

CAPÍTULO 1 - INTRODUÇÃO

1.1 APRESENTAÇÃO

1.2 OBJETIVOS DO TRABALHO

1.3 HIPÓTESES......

1.4 RELEVÂNCIA DO TRABALHO

1.5 ESTRUTURA DO TRABALHO

1.6 LIMITAÇÃO DO TRABALHO

CAPÍTULO 2 - CARACTERIZAÇÃO DO SETOR DA CONSTRUÇÃO CIVIL

2.1 A CONSTRUÇÃO CIVIL NA ECONOMIA

2.2 A IMPORTÂNCIA SOCIAL DA CONSTRUÇÃO CIVIL

2.3 O PROCESSO DE TRABALHO

2.3.1 Características do Processo de Trabalho na Construção

2.3.2 A Gestão da Produção

2.3.3 Tendências no Setor

CAPÍTULO 3 - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO E ERGONOMIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

3.1 ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO

3.1.1 Administração Científica - A Obra de Taylor

3.1.2 Corrente das Relações Humanas

3.1.3 O Sistema Sociotécnico

3.2 ERGONOMIA

3.3 ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO

3.3.1 Estrutura da Análise Ergonômica

3.4 ERGONOMIA NA CONSTRUÇÃO CIVIL

CAPÍTULO 4 - ANÁLISE ERGONÔMICA DO TRABALHO DO POSTO DO MESTRE-DE-OBRAS

4.1 METODOLOGIA

4.2 ANÁLISE DA DEMANDA

4.2.1 Objetivos da Demanda

4.2.2 Finalidade da Demanda

4.2.3 Hipóteses Formulada à partir da Demanda

4.3 SITUAÇÃO DE TRABALHO

4.3.1 Características da População

4.3.2 Cargas e Solicitações da Tarefa

4.3.3 Forma Organizacional

4.3.4 Ambientes Físico

4.4 ATIVIDADES DESENVOLVIDAS

4.5 RESULTADO DA ANÁLISE

4.6 RECOMENDAÇÕES


CAPÍTULO 5 - CONCLUSÕES

5.1 RECOMENDAÇÕES PARA TRABALHOS FUTUROS
ANEXOS

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BIBLIOGRAFIA



LISTA DE FIGURAS

Figura 1: Processo Tradicional - Execução e Montagem das Ferragens

Figura 2: Processo Industrializado - Confecção das Ferragens

Figura 3: Processo Tradicional - Execução da Estrutura

Figura 4: Processo Industrializado - Peça Estrutural Pronta

Figura 5: Esquema do Sistema Homem-Tarefa do Posto do Mestre-de-obras

Figura 6: Cargas e Solicitações no Trabalho na Situações Analisadas

Figura 7: Fluxo de Informações entre Engenheiro/Mestre, Engenheiro/Projetista, Engenheiro-de-obra/Mestre, em Função do Tamanho da Empresa

Figura 8: Organograma da Forma de Organização da Empresa

Figura 9: Árvore de Decisão para Determinar as Taxas Subjetivas de Trabalho



GRÁFICO

Gráfico 1: Distribuição das Faixas Etárias da Amostra


LISTA DE QUADROS

Quadro 1: Participação da Construção no PIB, Comparativamente a Outros Setores.

Quadro 2: Número de Indústrias por Gênero Industrial/Santa Catarina.....

Quadro 3: Número de Trabalhadores nas Indústrias por Gênero Industrial em

Santa Catarina

Quadro 4: Número de Indústrias e Empregados da Construção Civil por Porte em Santa Catarina

Quadro 5: Área Construída e Mão-de-obra Empregada na Indústria da Construção em Santa Catarina

Quadro 6: Número de Trabalhadores na Indústria da Construção/SC por Categoria/1995

Quadro 7: Trabalhos em Ergonomia na Construção Brasileira.

Quadro 8: Dados Referentes às Ações e Informações do Processo de Trabalho

Quadro 9: Faixa Etária da Amostra

Quadro 10: Escolaridade da Amostra

Quadro 11: Relação entre Posturas Impróprias e os Problemas de Saúde

Quadro 12: Queixas Referentes à Saúde

Quadro 13: Formalização do Engajamento no Trabalho

Quadro 14: Medidas dos Níveis de Pressão Sonora sobre a Laje

Quadro 15: Medidas dos Níveis de Pressão Sonora na Mesa de Trabalho do Mestre

Quadro 16: Comparação dos Níveis Sonoros Equivalentes nas Situações de Trabalho e os Níveis Recomendados

Quadro 17: Divisão da Tarefas entre o Engenheiro e o Mestre