Dissertação submetida à Universidade Federal de Santa Catarina para obtenção do grau de Mestre em Engenharia.
Esta dissertação foi julgada adequada à obtenção do grau de
Mestre em Engenharia
e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós-Graduação
em Engenharia
de Produção.
Banca examinadora:
"O homem que põe em foco uma questão social importante
merece respeito e louvor, mas aquele que declara
insistentemente possuir a resposta, deve ser
olhado com desconfiança."
James L. Kuethe
Ao Prof. César Mortari pela orientação do trabalho
e por ter permitido
liberdade de pensamento e expressão durante o desenvolvimento deste.
Ao Prof. Leonardo Ensslin pelo fornecimento de material e pelas
informações
e sugestões que permitiram o aperfeiçoamento deste trabalho.
À Prof. Leila
Gontijo pelos mesmos motivos.
Ao Prof. Francisco Fialho pelos comentários e discussões
a respeito
da aprendizagem humana. Ao Prof. Fernando Gauthier pelas sugestões
a respeito
do sistema.
Aos meus pais, Albino e Regina, pela criação, pela
educação, pelo incentivo
ao estudo, pelo apoio nos momentos difíceis, pelo amor. Aos meus
avós,
e demais familiares, por estarem presentes na minha vida. Aos amigos, novos
e antigos, presentes ou ausentes, que permanecem na lembrança.
À minha esposa Miriam, pelo amor, pelo carinho constante e pela
compreensão
e paciência durante a execução desta dissertação.
Ao meu filho Wysrah,
pequeno em tamanho, mas enorme na importância.
A este pedacinho de terra cercado de água por todos os lados, esta
ilha
bela chamada Florianópolis, com seus morros, praias e mata nativa,
por
existir.
CAPÍTULO I -
INTRODUÇÃO
1.1. A Evolução do Homem e o Risco
1.5. Justificativa para Desenvolvimento do Trabalho
CAPÍTULO II - Revisão Bibliográfica - GERÊNCIA DE RISCOS
2.2. A Revolução Industrial e o Prevencionismo
2.3. Termos Fundamentais em Gerenciamento de Riscos
2.4. Natureza dos Riscos Empresariais
2.5. Gerência de Riscos - Conceitos e Princípios
2.5.1.1. Técnicas de Análise de Riscos
2.5.2. Financiamento de
Riscos
CAPÍTULO III - ESTUDO
DE OPERABILIDADE E
RISCOS
3.1.
Apresentação
3.2. Descrição Geral da Técnica
3.4. Como Desenvolver um HazOp?
3.4.1. Estabelecendo o Escopo do Estudo
3.4.2. Selecionando o Grupo de Estudo
3.4.3. Preparando o Material Necessário ao Estudo
3.4.3.1. Obtenção dos Dados Necessários
3.4.3.3. Planejamento do Estudo
3.4.3.4. Planejamento das Reuniões
3.4.4.1. Estabelecendo os Nós-de-Estudo
3.4.4.2. Identificando os Riscos
3.4.5. Registrando os Resultados
3.4.6. Alguns Aspectos Relevantes
3.5. Processos Descontínuos (Batch)
3.7.1. HazOp Baseado em Conhecimento
3.7.2. Creative Checklist HazOp
(CCH)
CAPÍTULO IV - INSTRUÇÃO PROGRAMADA
4.2.1. Educação X Treinamento de Pessoal
4.2.2. Principais Modalidades de Treinamento Industrial
4.3.2. Módulo Estratégias de Treinamento
4.3.6. Módulo Registro/Interface
CAPÍTULO V - SISTEMA DE TREINAMENTO HAZOP
5.2. O Ambiente de Desenvolvimento
5.2.1. A Programação Orientada a Objetos no KAPPA
5.2.2. A Linguagem de Programação
5.2.3. O Desenvolvimento de Interfaces Gráficas
CAPÍTULO VI - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
6.2. Recomendações para Continuidade do Trabalho
6.3. Recomendações
para Trabalhos Futuros
ANEXO A - AOO do Sistema
ANEXO B - Glossário de Atributos
ANEXO C - Glossário de
Serviços
APÊNDICE I - UTILIZANDO
O SISTEMA
Figura 1.1 - Exemplo
da influência do fator humano dentro de um
sistema industrial
Figura
2.1 - Pirâmide resultante dos estudos de Heinrich
Figura 2.2 - Pirâmide
resultante dos estudos de Bird
Figura 2.3 - Pirâmide
resultante dos estudos da ICMA
Figura 2.4 - Modelo de
Kirchner sobre a gênese de acidentes do
trabalho
Figura 2.5 - Taxionomia
dos tipos de riscos empresariais
Figura 2.6 - Princípios
básicos do processo de gerenciamento
de riscos
Figura 2.7 - Diagrama
esquemático do processo de Gerência
de Riscos
Figura 2.8 - Procedimento
global de uma Análise de Riscos
Figura 3.1 - Estrutura
funcional do HazOp
Figura 3.2 - Diagrama
para execução de um HazOp
Figura 3.3 -
Representação de análise multilateral
de um processo contínuo (destilação)
Figura 3.4 - Fluxograma
do procedimento de um HazOp
Figura 3.5 - Exemplo
de processo descontínuo
Figura 3.6 - Exemplo
de processo contínuo para aplicação
de HazOp
Figura
4.1 - Tipos de conhecimento e suas relações
Figura 4.2 - Principais
modalidades de treinamento industrial
Figura 4.3 -
Representação esquemática do funcionamento
sináptico
Figura 4.4 - Modelo de
instrução programada para treinamento
técnico-operacional
Figura 4.5 - Estrutura
hierárquica da base de conhecimentos do
módulo
HazOp
Figura 4.6 -
Decomposição do trabalho
Figura 5.1 - Esquema
funcional do STH
Figura 5.2 - Árvore
hierárquica do STH
Figura A.1 - UNIDADE HAZOP -
AOO do módulo HazOp
Figura A.2 - UNIDADE TREINAMENTO
- AOO dos módulos Treinamento
e Estratégias de Treinamento (em parte)
Figura A.3 - UNIDADE RIC - AOO
dos módulos Registro/Interface e
Conhecimento
Figura A.4 - UNIDADE
AVALIAÇÃO - AOO do módulo
Avaliação
Quadro 1.1 - Riscos de
morte por ano segundo a causa
Quadro 1.2 - Acidente
catastrófico
Quadro 2.1 - Alguns acidente
graves
Quadro 2.2 - Acidentes
ambientais atendidos pela CETESB (1978 - 1988)
Quadro 2.3 - Acidentes
ambientais - incidência por tipo de fonte
(1978
- 1988)
Quadro 2.4 - Resultados
obtidos por algumas empresas com o gerenciamento
de seus riscos
Quadro 2.5 - Natureza
dos resultados de algumas técnicas de
Análise
de Riscos
Quadro 2.6 - Acidente
catastrófico
Quadro 3.1 - Palavras-guia
e seus significados
Quadro 3.2 - Exemplos
de desvios
Quadro 3.3 - Exemplo
de tabela de HazOp
Quadro B.1 - Glossário
de atributos da unidade HazOp
Quadro B.2 - Glossário
de atributos da unidade Treinamento
Quadro B.3 - Glossário
de atributos da unidade RIC
Quadro B.4 - Glossário
de atributos da unidade
Avaliação
Quadro C.1- Glossário
de serviços da unidade HazOp
Quadro C.2 - Glossário
de serviços da unidade Treinamento
Quadro C.3 - Glossário
de serviços da unidade RIC
Quadro C.4 - Glossário de serviços da unidade Avaliação