UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA

PROGRAMA DE POS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO




HUGO BLAS MENDIETA GAONA




O USO DA SIMULAÇÃO PARA AVALIAR MUDANÇAS ORGANIZACIONAIS NA PRODUÇÃO




Dissertação suetida à Universidade Federal de Santa Catarina para a obtenção do Grau de Mestre em Engenharia.







Florianópolis, Julho 1995.



O USO DA SIMULAÇÃO PARA AVALIAR MUDANÇAS ORGANIZACIONAIS NA PRODUÇÃO


HUGO BLAS MIENDIETA GAONA



Esta dissertação foi julgada adequada para obtenção do Titulo de "Mestre em Engenharia ".
Especialidade em Engenharia de Produção e aprovada em sua forma final pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção.

Coordenador do Curso
Prof. OSMAR POSSAMAI, Dr.



Banca Examinadora:



Orientador
Prof. PAULO JOSÉ DE FREITAS FILHO, Dr.



Co-orientador Prof. DALVIO FERARI TUBINO, Dr.



Prof. CRISTIANO J. C. de A. CUNHA, Dr.




A mis hermanos, que apesar de la distancia, siempre me apoyaron.

A mis padres, A Celio e Patricia, por el ejemplo de vida.

A Dios, él siempre estuvo presente.



AGRADECIMENTOS



Várias pessoas e instituições contribuíram para a conclusão deste trabalho, a todos eles gostaria agradecer. Especialmente:

À Universidade Nacional de Assunção e seu Programa de Bolsas de Pos-Grado, pelo apoio financeiro inicial e ao CNPQ, pelo apoio financeiro complementar.

À Universidade Federal de Santa Catarina por permitir a realização do trabalho.

Ao Prof. Paulo José de Freitas Filho, Dr., pela paciente e valiosa orientação no desenvolvimento do trabalho.

Ao Prof. Dalvio Ferrari Tubino, Dr., pelas oportunas sugestões e apoio à aplicação prática.

Ao Prof. Cristiano J. C. de A. Cunha, Dr., pelos valiosos comentários e sugestões apresentados ao presente trabalho, como eminente integrante da Banca Examinadora.

À empresa FERPAR S. A. na pessoa do Eng. Teodoro Remcsch, Diretor Executivo, e a todo o pessoal técnico e administrativo da empresa, que permitiram a aplicação prática do trabalho.

Aos colegas Marco e Fernando, pela valiosa colaboração no desenvolvimento inicial do trabalho.

Aos professores e funcionários do Departamento de Engenharia de Produção e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina ( EPS/UFSC ), pelo apoio e amizade conferidos durante todo o período de Ánculo a esta instituição.

Aos colegas e amigos: Armando, Vânia, Cesar, Gustavo, Marlene, Maurício, Renato, lvete e tantos outros, pelo apoio e motivação constante.

A Deus, por ter-me dado a oportunidade de conviver e aprender com este maravilhoso povo como é o brasileiro.




ÍNDICE




Lista de Figuras

Lista de Gráfícos

Lista de Tabelas

Resumo

Abstract

CAPITULO 1: INTRODUÇÃO

1.1 - Formulação do Problema

1.2 - Objetivos do Trabalho

1.3 - Metodologia Uowda

1.4 - Resultados Esperados

1.5 - Organização dos Capítulos


CAPÍTULO 2: O SISTEMA PRODUTIVO

2.1 - O Sistema Convencional: Estrutura Funcional

2.2 - O Sistema Just. in Time

2.2.1 - A Filosofia Just. in Time

2.2.2 - Estrutura Operacional

2.2.3 - As Vantagens da Manufatura JIT

2.2.4 - As Ferramentas do Chão de Fábrica

2.2.4.1 - O Kanban

2.2.4.2 - A Produção Focada

2.2.4.3 - O Nivelamento da Produção

2.2.4.4 - A Ação do Lead Time

2.3 - Análise Comparativa: Sistema Just. In Time vs. Sistema Convencional

2.3.1 - Departamento de Vendas

2.3.2 - Departamento de Engenharia

2.3.3 - Departamento de Materiais

2.3.4 - Departamento de Produção

2.3.5 - Departamento de Controle de Qualidade

2.3.6 - Departamento de Finanças

2.3.7 - Outras Comparações

2.4 - Sumário


CAPÍTULO 3: A SIMULAÇAÇÃO COMO FERRAMENTA DE ANÁLISE

3.1 - Introdução à Modelagem

3.1.1 - Definição da Simulação

3.1.2 - Modelos e Sistemas

3.1.3 - Aplicações da Simulação

3.1.4 - Vantagens e Desvantagens da Simulação

3.2 - Linguagem de Simulação S

3.3 - O Processo de Simulação

3.4 - A Animação dos Modelos de Simulação

3.4.1 - A Animação na Avaliação do Modelo

3.4.2 - Limitações da Animação

3.4.3 - Animação Usando CINEMA

3.4.4 - Animação do Lay-out

3.5 - Sumário


CAPÍTULO 4: ESTUDO DE CASO

4.l - A Empresa em Estudo

4.1.1 - Estrutura Organizacional

4.1.2 - O Local de Estudo

4.2 - Começando o Estudo

4.2.1 - Os Produtos Escolhidos

4.2.2 - Processo Produtivo

4.3 - Modelagem do Processo Atual

4.3.1 - Dados de Entrada

4.3.2 - O Modelo Desenvolvido

4.3.3 - Análise de Resultados

4.3.4 - Comentários Gerais sobre os Resultados

4.4 - Modelagem do Processo Proposto

4.4.1 - Dados de Entrada

4.4.2 - O Modelo Desenvolvido

4.4.3 - Análise de Resultados

4.5 - Análise Comparativa

4.5.1 - Lead Time

4.5.2 - Utilização de Recursos

4.5.3 - Utilização do Espaço Físico

4.5.4 - Redução de Estoques Intermediários

4.5.5 - Qualidade dos Produtos

4.5.6 - Análise de Custos

4.5.7 - Conclusões sobre o Estado de Caso

4.6 - Sumário


CAPITULO 5: CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES

5.1 - Conclusões

5.2 - Recomendações

REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS


ANEXOS

ANEXO l Código Fonte do Modelo de Simulação em SIMAN para o Processo Atual

ANEXO 2 Código Fonte do Experimento Funcional em SIMAN para o Processo Atual

ANEXO 3 Código Fonte do Modelo de Simulação em SIMAN para o Processo Proposto.

ANEXO 4 Código Fonte do Experimento File SIMAN para o Processo Proposto

ANEXO 5 Resultados Obtidos no Processo Atual

ANEXO 6 Resultados Obtidos no Processo Proposto

ANEXO 7 Intervalos de Confiança




LISTA DE FIGURAS


Figura 2.1 Cinco princípios básicos do JIT

Figura 2.2 Cinco elementos que reduzem a produtividade

Figura 2.3 Fluxo de informações na estrutura funcional e operacional

Figura 2.4 Técnicas para a redução do custo de materiais

Figura 2.5 Fluxo de materiais e Kanbans

Figura 2.6 O sistema Kanban funcionando

Figura 2.7 Kanban entre processos

Figura 2.8 Lay-out de um cartão Kanban

Figura 2.9 Lay-out em formato U

Figura 2.10 Estrutura de produção nivelada da Toyota

Figura 2.11 Desdobramento do tempo total de produção

Figura 2.12 Relacionamentos entre processos e tempos de processamentos

Figura 4.1 Organograma da empresa

Figura 4.2 Diagrama de fluxo dos Pinos Lisos no Processo Atual

Figura 4.3 Diagrama de o dos Pinos com Cabeça no Processo Atual

Figura 4.4 Diagrama de fluxo das Buchas no Processo Atual

Figura 4.5 Processo de Modelagem

Figura 4.6 Modelo desenvolvido para o Processo Atual

Figura 4.7 Disposição de material; no Processo Proposto

Figura 4.8 Modelo desenvolvido para o Processo Proposto





LISTA DE GRÁFICOS


Gráfico 4.1 Lead Time, por unidade no Proc. Atual e no Proposto

Gráfico 4.2 Economia do Lead Time em termos percentuais

Gráfico 4.3 Economia na utilização do espaço físico, em termos percentuais


Gráfico Anexo

Gráficos de controle estatístico dos resultados de Lead Time


LISTA DE TABELAS


Tabela 2.1 Análise comparativa Depto. de Vendas

Tabela 2.2 Análise comparativa Depto. de Engenharia

Tabela 2.3 Análise comparativa Depto. de Materiais

Tabela 2.4 Análise comparativa Depto. de Produção

Tabela 2.5 Análise comparativa Depto. de Controle de Qualidade

Tabela 2.6 Análise comparativa Depto. de Finanças

Tabela 2.7 Análise comparativa tempo de Setup

Tabela 2.8 Análise comparativa Layout e Movimentação de Material

Tabela 2.9 Análise comparativa Manutenção de Equipamentos

Tabela 2.10 Análise comparativa utilização da Mão-de-Obra

Tabela 4.1 Tempos de operação e setup dos Pinos Lisos por unidade de peça

Tabela 4.2 Tempos de operação e setup dos Pinos com Cabeça por unidade

Tabela 4.3 Tempos de operação e setup das Buchas por unidade

Tabela 4.4 Máquinas disponíveis para a modelagem do sistema

Tabela 4.5 Mão-de-Obra disponível para a modelagem do Processo Atual

Tabela 4.6 Tempo médio de processamento e setup de cada lote de peça no Processo Atual

Tabela 4.7 Lead Time, por lote e por unidade produzida, no Processo AUW

Tabela 4.8 Taxa de utilização das máquinas, em termos percentuais, no Processo Atual

Tabela 4.9 Taxa de ocupação do transporte, em termos percentuais, no Processo Atual

Tabela 4.10 Taxa de ocupação da mão-de-obra em termos percentuais, no Processo

Tabela 4.11 Filas médias mostradas no Processo Atug ordenadas por seqüência de processos

Tabela 4.12 Máquinas de cada célula no Processo Proposto, com os tempos de operação por unidade de peça

Tabela 4.13 Modificação do processo produtivo dos Pinos com Cabeça

Tabela 4.14 Modificação do processo produtivo das Buchas

Tabela 4.15 Lead Time médio dos lotes produzidos no Processo Proposto

Tabela 4.16 Lead Time, por unidade produzida, no Processo Proposto

Tabela 4.17 Taxa média de ocupação das máquinas no Processo Proposto

Tabela 4.18 Taxa de ocupação da mão-de-obra, em termos percentuais, no Processo Proposto

Tabela 4.19 Filas médias revistadas no Processo Proposto

Tabela 4.20 Distâncias percorridas no Processo Atual e Proposto

Tabela 4.21 Melhoria nos tempos de operação dos Pinos e Buchas

Tabela 4.22 Análise comparativa do Lead Time por Lote em ambos os processos

Tabela 4.23 Análise comparativa do Lead Time por unidade em ambos os processos

Tabela 4.24 Análíse comparativa da tm média de ocupação das máquinas

Tabela 4.25 Análise comparativa da taxa média de utilização da mão-de-obra

Tabela 4.26 Análise comparativa das revistadas em ambos os processos

Tabela 4.27 Análise comparativa dos custos da mão-de-obra

Tabela 4.28 Custo estimativo da utilização do espaço físico

Tabela 4.29 Custo estimativo dos estoques intermediários para I ano

Tabela 4.30 Economia estimada em termos monetários

Tabela 4.31 Resumo das economias obtidas