Esta dissertação foi julgada adequada para obtenção
do Titulo de "Mestre em Engenharia ".
Especialidade em Engenharia de Produção e aprovada em sua forma
final pelo Programa de Pós-Graduação em Engenharia de
Produção.
Banca Examinadora:
Várias pessoas e instituições contribuíram para
a conclusão deste trabalho, a todos eles gostaria agradecer.
Especialmente:
À Universidade Nacional de Assunção e seu Programa de
Bolsas de Pos-Grado, pelo apoio financeiro inicial e ao CNPQ, pelo apoio
financeiro complementar.
À Universidade Federal de Santa Catarina por permitir a
realização do trabalho.
Ao Prof. Paulo José de Freitas Filho, Dr., pela paciente e valiosa
orientação no desenvolvimento do trabalho.
Ao Prof. Dalvio Ferrari Tubino, Dr., pelas oportunas sugestões e apoio
à aplicação prática.
Ao Prof. Cristiano J. C. de A. Cunha, Dr., pelos valiosos comentários
e sugestões apresentados ao presente trabalho, como eminente integrante
da Banca Examinadora.
À empresa FERPAR S. A. na pessoa do Eng. Teodoro Remcsch, Diretor
Executivo, e a todo o pessoal técnico e administrativo da empresa,
que permitiram a aplicação prática do trabalho.
Aos colegas Marco e Fernando, pela valiosa colaboração no
desenvolvimento inicial do trabalho.
Aos professores e funcionários do Departamento de Engenharia de
Produção e Sistemas da Universidade Federal de Santa Catarina
( EPS/UFSC ), pelo apoio e amizade conferidos durante todo o período
de Ánculo a esta instituição.
Aos colegas e amigos: Armando, Vânia, Cesar, Gustavo, Marlene,
Maurício, Renato, lvete e tantos outros, pelo apoio e
motivação constante.
A Deus, por ter-me dado a oportunidade de conviver e aprender com este
maravilhoso povo como é o brasileiro.
Lista de Figuras
Lista de Gráfícos
Lista de Tabelas
Resumo
Abstract
CAPITULO 1:
INTRODUÇÃO
1.1 - Formulação do
Problema
1.2 - Objetivos do Trabalho
1.3 - Metodologia Uowda
1.4 - Resultados Esperados
1.5 - Organização dos
Capítulos
CAPÍTULO 2: O SISTEMA
PRODUTIVO
2.1 - O Sistema Convencional: Estrutura
Funcional
2.2 - O Sistema Just. in Time
2.2.1 - A Filosofia Just. in
Time
2.2.2 - Estrutura Operacional
2.2.3 - As Vantagens da Manufatura
JIT
2.2.4 - As Ferramentas do Chão de
Fábrica
2.2.4.1 - O Kanban
2.2.4.2 - A Produção
Focada
2.2.4.3 - O Nivelamento da
Produção
2.2.4.4 - A Ação do Lead
Time
2.3 - Análise Comparativa: Sistema
Just. In Time vs. Sistema Convencional
2.3.1 - Departamento de
Vendas
2.3.2 - Departamento de
Engenharia
2.3.3 - Departamento de
Materiais
2.3.4 - Departamento de
Produção
2.3.5 - Departamento de Controle de
Qualidade
2.3.6 - Departamento de Finanças
2.3.7 - Outras Comparações
2.4 - Sumário
CAPÍTULO 3: A
SIMULAÇAÇÃO COMO FERRAMENTA DE
ANÁLISE
3.1 - Introdução à
Modelagem
3.1.1 - Definição da
Simulação
3.1.2 - Modelos e Sistemas
3.1.3 - Aplicações da
Simulação
3.1.4 - Vantagens e Desvantagens da
Simulação
3.2 - Linguagem de Simulação
S
3.3 - O Processo de
Simulação
3.4 - A Animação dos Modelos
de Simulação
3.4.1 - A Animação na
Avaliação do Modelo
3.4.2 - Limitações da
Animação
3.4.3 - Animação Usando
CINEMA
3.4.4 - Animação do
Lay-out
3.5 - Sumário
CAPÍTULO 4: ESTUDO DE
CASO
4.l - A Empresa em Estudo
4.1.1 - Estrutura
Organizacional
4.1.2 - O Local de Estudo
4.2 - Começando o
Estudo
4.2.1 - Os Produtos
Escolhidos
4.2.2 - Processo Produtivo
4.3 - Modelagem do Processo
Atual
4.3.1 - Dados de Entrada
4.3.2 - O Modelo Desenvolvido
4.3.3 - Análise de
Resultados
4.3.4 - Comentários Gerais sobre
os Resultados
4.4 - Modelagem do Processo Proposto
4.4.1 - Dados de Entrada
4.4.2 - O Modelo Desenvolvido
4.4.3 - Análise de
Resultados
4.5 - Análise
Comparativa
4.5.1 - Lead Time
4.5.2 - Utilização de
Recursos
4.5.3 - Utilização do
Espaço Físico
4.5.4 - Redução de Estoques
Intermediários
4.5.5 - Qualidade dos
Produtos
4.5.6 - Análise de
Custos
4.5.7 - Conclusões sobre o Estado
de Caso
4.6 - Sumário
CAPITULO 5: CONCLUSÕES E
RECOMENDAÇÕES
5.1 - Conclusões
5.2 -
Recomendações
REFERÊNCIAS
BIBLIOGRAFICAS
ANEXOS
ANEXO l Código Fonte do Modelo de Simulação em SIMAN
para o Processo Atual
ANEXO 2 Código Fonte do Experimento Funcional em SIMAN para o Processo
Atual
ANEXO 3 Código Fonte do Modelo de Simulação em SIMAN
para o Processo Proposto.
ANEXO 4 Código Fonte do Experimento File SIMAN para o Processo Proposto
ANEXO 5 Resultados Obtidos no Processo Atual
ANEXO 6 Resultados Obtidos no Processo Proposto
ANEXO 7 Intervalos de Confiança
Figura 2.1 Cinco princípios básicos
do JIT
Figura 2.2 Cinco elementos que reduzem a
produtividade
Figura 2.3 Fluxo de informações
na estrutura funcional e operacional
Figura 2.4 Técnicas para a
redução do custo de materiais
Figura 2.5 Fluxo de materiais e
Kanbans
Figura 2.6 O sistema Kanban
funcionando
Figura 2.7 Kanban entre
processos
Figura 2.8 Lay-out de um cartão
Kanban
Figura 2.9 Lay-out em formato
U
Figura 2.10 Estrutura de produção
nivelada da Toyota
Figura 2.11 Desdobramento do tempo total
de produção
Figura 2.12 Relacionamentos entre processos
e tempos de processamentos
Figura 4.1 Organograma da
empresa
Figura 4.2 Diagrama de fluxo dos Pinos Lisos
no Processo Atual
Figura 4.3 Diagrama de o dos Pinos com
Cabeça no Processo Atual
Figura 4.4 Diagrama de fluxo das Buchas
no Processo Atual
Figura 4.5 Processo de
Modelagem
Figura 4.6 Modelo desenvolvido para o Processo
Atual
Figura 4.7 Disposição de material;
no Processo Proposto
Figura 4.8 Modelo desenvolvido para o Processo
Proposto
Gráfico 4.1 Lead Time, por unidade
no Proc. Atual e no Proposto
Gráfico 4.2 Economia do Lead Time
em termos percentuais
Gráfico 4.3 Economia na
utilização do espaço físico, em termos
percentuais
Gráfico Anexo
Gráficos de controle estatístico dos resultados de Lead
Time
Tabela 2.1 Análise comparativa Depto.
de Vendas
Tabela 2.2 Análise comparativa Depto.
de Engenharia
Tabela 2.3 Análise comparativa Depto.
de Materiais
Tabela 2.4 Análise comparativa Depto.
de Produção
Tabela 2.5 Análise comparativa Depto.
de Controle de Qualidade
Tabela 2.6 Análise comparativa Depto.
de Finanças
Tabela 2.7 Análise comparativa tempo
de Setup
Tabela 2.8 Análise comparativa Layout
e Movimentação de Material
Tabela 2.9 Análise comparativa
Manutenção de Equipamentos
Tabela 2.10 Análise comparativa
utilização da Mão-de-Obra
Tabela 4.1 Tempos de operação
e setup dos Pinos Lisos por unidade de peça
Tabela 4.2 Tempos de operação
e setup dos Pinos com Cabeça por unidade
Tabela 4.3 Tempos de operação
e setup das Buchas por unidade
Tabela 4.4 Máquinas disponíveis
para a modelagem do sistema
Tabela 4.5 Mão-de-Obra disponível
para a modelagem do Processo Atual
Tabela 4.6 Tempo médio de processamento
e setup de cada lote de peça no Processo Atual
Tabela 4.7 Lead Time, por lote e por unidade
produzida, no Processo AUW
Tabela 4.8 Taxa de utilização
das máquinas, em termos percentuais, no Processo Atual
Tabela 4.9 Taxa de ocupação
do transporte, em termos percentuais, no Processo Atual
Tabela 4.10 Taxa de ocupação
da mão-de-obra em termos percentuais, no Processo
Tabela 4.11 Filas médias mostradas
no Processo Atug ordenadas por seqüência de
processos
Tabela 4.12 Máquinas de cada
célula no Processo Proposto, com os tempos de operação
por unidade de peça
Tabela 4.13 Modificação do
processo produtivo dos Pinos com Cabeça
Tabela 4.14 Modificação do
processo produtivo das Buchas
Tabela 4.15 Lead Time médio dos
lotes produzidos no Processo Proposto
Tabela 4.16 Lead Time, por unidade produzida,
no Processo Proposto
Tabela 4.17 Taxa média de
ocupação das máquinas no Processo Proposto
Tabela 4.18 Taxa de ocupação
da mão-de-obra, em termos percentuais, no Processo
Proposto
Tabela 4.19 Filas médias revistadas
no Processo Proposto
Tabela 4.20 Distâncias percorridas
no Processo Atual e Proposto
Tabela 4.21 Melhoria nos tempos de
operação dos Pinos e Buchas
Tabela 4.22 Análise comparativa
do Lead Time por Lote em ambos os processos
Tabela 4.23 Análise comparativa
do Lead Time por unidade em ambos os processos
Tabela 4.24 Análíse comparativa
da tm média de ocupação das máquinas
Tabela 4.25 Análise comparativa
da taxa média de utilização da
mão-de-obra
Tabela 4.26 Análise comparativa
das revistadas em ambos os processos
Tabela 4.27 Análise comparativa
dos custos da mão-de-obra
Tabela 4.28 Custo estimativo da
utilização do espaço físico
Tabela 4.29 Custo estimativo dos estoques
intermediários para I ano
Tabela 4.30 Economia estimada em termos
monetários
Tabela 4.31 Resumo das economias obtidas