FLORIANÓPOLIS, ABRIL DE 1995
JUAN FRANCISCO GABELA MOLINA
ESTA DISSERTAÇÃO FOI JULGADA ADEQUADA PARA OBTENÇÃO
Do TÍTULO DE
MESTRE EM ENGENHARIA
ESPECIALIDADE EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E APROVADA EM SUA FORMA FINAL PELO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE
PRODUÇÃO.
Prof. OSMAR POSSAMAI, DR.
COORDENADOR DO CURSO
BANCA EXAMIlNADORA:
PROF. DALVIO FERRARI TUBINO, DR.
ORIENTADOR
PROF. PAULO JOSÉ DE FREITAS FILHO, DR.
PROF. GREGÓRIO VARVAKIS RADOS, PH.D.
ENG. JOSÉ MASCHERONI, MS. SC.
A mi hija Maria Paula, el mayor tesoro de mi vida A mi esposa Patty,
compañera y amiga, por su amor incondicional A mi familia, por creer
en mi
Por ustedes, todo vale Ia pena.
Gostada expressar meus agradecimentos:
Ao Prof. Dalvio Ferrari Tubino, pela orientação, dedicação e incentivo no desenvolvimento desta Dissertação.
Aos professores Gregório Varvakis Rados e Paulo José de Freitas Filho, pelos comentados que permitiram aperfeiçoar este trabalho.
Ao José, pela proposta do tema de pesquisa e as longas horas me transmitindo conhecimentos e sugestões e, sobretudo, pela sua amizade sincera. À UFSC, pela oportunidade concedida para a realização do Curso de Mestrado em Engenhada de Produção.
À CAPES e seu Programa Estudantes Convênio e ao Instituto Ecuatoriano de Crédito Educativo y Becas (IECE), pelo apoio financeiro recebido, bem como, ao Instituto Euvaldo Lodi (IELISC) pelo apoio na fase inicial desta pesquisa. Às empresas que colaboraram fornecendo os dados e por ter mostrado a aplicabilidade das técnicas de produção japonesas.
Ao Marcelo, pela amizade e o empenho na revisão do texto, e aos meus colegas Armando, Maurício, Renato, Hugo, Cados, Bods, Alberto, Juan Carlos, Ricardo, Vania, Osids, Carina, lvette, Oneida e Verceles, por sua alegria e companherismo, com a certeza de ter iniciado uma amizade duradoura.
Aos amigos Fernando e Graça, Rogério e Regina e Antônia Ondina, pelo afeto e carinho oferecido à minha família, nos fazendo sentir em casa, ainda que longe da nossa. À minha família, os Gabela-Perez, que na distância souberam ficar perto; seu afeto e apoio incondicional foram decisivos. Em especial agradeço a meus pais e ao meu caro irmão Diego, pela presença espiritual e apoio nas horas difíceis, e meu tio Nato (in memoriam) por tudo que me ensinou.
À minha esposa e filha, sempre presentes no meu coração. A elas, a quem o desenvolvimento deste trabalho privou de muitos momentos juntos, todo meu amor e a certeza de que o esforço não foi em vão.
E a Deus e a nossa Mater Maria, por ter me acompanhado nestes dois anos da minha vida no Brasil e mostrado caminhos de coragem, força, humildade e fé.
CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO
1.1 Caracterização do problema
CAPÍTULO 2 FILOSOFIA DE PRODUÇÃO JUST-IN-TIME
2.1 Estratégias de produção: importância atual
2.2 Princípios e objetivos do Just-ln-Time
2.2.1 Eliminação de desperdícios
2.2.4 Flexibilidade e simplicidade
2.2.5 Organização e visibilidade
2.2.6 Eliminação de funções que não agregam valor
2.3 Aplicação do Just-in-Time no sistema de produção
2.3.1 Planejamento e programação da produção
2.3.2 Fluxo e controle da produção
2.3.5 Famílias deprodutos, layout e manufatura celular
2.4 Melhorias obtiveis com a
implantação do JIT
CAPÍTULO 3 O SISTEMA KANBAN
3.1 Origens do kanban e seu relacionamento com a filosofia JIT
3.2 O kanban como sistema de controle da produção
3.2.1 Objetivos do sistema kanban
3.2.2 Superioridade do kanban face ao MRP
3.3 Características do sistema kanban
3.3.2.1 Kanban de ordem de produção
3.3.2.3 Outros tipos de kanbans
3.4 Funcionamento do sistema kanban
3.4.1 Pré-requisitos para o kanban
3.4.2 Regras do sistema kanban
3.4.3.1 Funcionamento do sistema com dois cartões
3.4.3.2 Funcionamento do sistema com um cartão
3.4.5 Determinação do número de kanbans
3.5 Seleção de itens para o kanban em processos não repetitivos
3.6 Benefícios e limitações
do kanban
CAPÍTULO 4 INFORMATIZAÇÃO DO FLUXO DE INFORMAÇÕES
4.1 Objetivos gerais da informatização
4.1.1 Vantagens da automação da informação para produção
4.2 Elementos de um sistema de comunicação
4.4 Intercâmbio eletrônico
de dados
CAPÍTULO 5 CRITÉRIOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE UM SISTEMA KANBAN INFORMATIZADO
5.1 Cadeia produtiva no ambiente Just-ln-Time
5.2 Fluxo de informações na estrutura operacional do JIT
5.3 Funções do sistema kanban informatizado
5.4 Alternativas de estruturas de redes para o kanban informatizado
5.5 Guia para implementação
de um sistema kanban informatizado
CAPITULO 6 DESCRIÇÃO DE IMPLEMENTAÇÕES DE SISTEMAS KANBAN INFORMATIZADOS
6.1 Descrição da implementação na Empresa A
6.1.1 Caracterização da empresa
6.1.3.1 Características do projeto
6.1.3.2 Configuração do Sistema
6.1.3.3 Funcionamento do kanban informatizado
6.1.3.4 Avaliação do kanban informatizado
6.2 Descrição da implementação na empresa B
6.2.1 Caracterização da empresa
6.2.3.1 Características do projeto
6.2.3.2 Configuração do Sistema
6.2.3.3 Funcionamento do kanban informatizado
6.2.3.4 Avaliação do kanban informatizado
CAPÍTULO 7 CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
7.2 Recomendações para futuros
trabalhos
ANEXO l ROTEIRO PARA LEVANTAMENTO DE DADOS NAS EMPRESAS
Figura l Estrutura do trabalho
Figura 2 Estrutura de programação de produção nivelada aplicável a um sistema JIT
Figura 3 lnteração entre o sistema de planejamento a meio e longo prazo e o sistema kanban
Figura 4 Fluxo de informação para o controle de materiais do sistema de puxar
Figura 5 Desdobramento do tempo total de produção
Figura 6 Riscos I Poder contratual
Figura 7 Melhorias obtiveis com a implantação de técnicas japonesas
Figura 8 Diferença entre o planejamento convencional e o kanban
Figura 9 Tipos de kanban
Figura 10 Diagrama esquemático de um kanban de produção
Figura l l Etiquetas kanban
Figura 12 Kanban de requisição
Figura 13 Kanban do fornecedor
Figura 14 Painel porta-kanban e a relação com o controle de estoques
Figura 15 Funcionamento do sistema kanban com dois cartões
Figura 16 Funcionamento do sistema kanban com um cartão
Figura 17 Funcionamento do kanban externo - sistema reabastecimento posterior
Figura 18 Sistema de informação - retirada seqüencial
Figura 19 Relação da repetitividade e variação de consumo com o sistema kanban
Figura 20 Estrutura de software para o desenvolvimento de um sistema de comunicação
Figura 21 Sistema de redes locais em uma empresa
Figura 22 Esquema de rede de terminais e seus componentes principais
Figura 23 Rede cliente I servidor
Figura 24 Rede ponto a ponto
Figura 25 Modelo de transferência eletrônica de dados
Figura 26 lnterdependências na cadeia produtiva fornecedores/empresa/clientes
Figura 27 lnterações das informações para produção
Figura 28 Funcionamento simplificado de um SKI entre cliente e fornecedor
Figura 29 Funções da área produtiva
Figura 30 Esquema geral de entradas e saídas do sistema kanban informatizado
Figura 31 Diagrama de rede terminais - painéis / mainframe
Figura 32 Diagrama de rede PC's - painéis / servidor
Figura 33 Guia para a implementação de um sistema kanban informatizado
Figura 34 Organograma funcional de produção - Empresa A
Figura 35 Redução do material em processo
Figura 36 Redução do lead-time (magazines)
Figura 37 Teste de placas (placas defeituosas)
Figura 38 Teste de placas (nível de defeitos por componentes montados)
Figura 39 Layout simplificado da área de produção - Empresa A
Figura 40 Layout simplificado da distribuição física de painéis e computadores no chão-de-fábrica
Figura 41 Distribuição física do painel eletrônico e exemplo de dados
Figura 42 Estrutura orgânica da área de produção - Empresa B
Figura 43 Layout simplificado da área de produção de escovas e vassouras
Figura 44 Layout do painel eletrônico
Figura 45 Relação produtos - necessidades - luzes do painel eletrônico