Banca Examinador
Mayaninacaná No me mates
Naboria daca Soy un siervo
Guaitiao &nb sp;Tu hermano de sangue
Mayaninacaná No me mates
Naboria daca eo Soy un siervo
Naboria daca ae Soy un siervo
Naboria daca eo Soy un siervo
A Mayaninacaná No me mates
Naboria daca eo
Soy
un siervo
Calichi &n bsp; Fuente de la montaña alta
Guarico Guakia Vem a nosotros
Calichi &nb sp; Fuente de la montaña alta
Guariquen Mira, ven a ver
Machichi & nbsp; Mi corazón
Mayaninacaná No me mates
Machichi Mi corazón
Yu &nb sp; Blanco
Peiti &nb sp; Negro
Ris &nb sp; Rojo
Naboria daca Mayaninacaná Soy un siervo, no me mates.
Aos meus pais, em especial a minha mãe Adelina, pelo aprendizado e pelo exemplo de perseverança e confiança.
Aos meus irmãos, em especial à Mazarelo, pelo exemplo e dedicação.
Ao Cláudio, que sempre acreditou e me apoiou para que eu pudesse chegar neste momento de minha vida, e por ter me ensinado que o nosso crescimento só se dá no momento em que nos dedicamos àquilo em que acreditamos.
À "Manú", pelo rostinho sempre amigo que me mostrou nos momentos mais difíceis. Obrigada pelo companheirismo sem o qual, com certeza, não estaria dedicando esta etapa às pessoas que amo.
Ao Senhor de todas as coisas e em quem sempre pude confiar.
- À Prof.a Leila A. Gontijo, nãA.o somente pela orientação, mas também pela amizade e cumplicidade;
- Aos Prof.s Francisco A. P. Fialho e Vera Lúcia D. do Valle Pereira, pela participação em minha banca examinadora;
- Aos professores do Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção pelo empenho e comprometimento;
- Aos colegas de curso pelo companheirismo;
- Ao Departamento de Engenharia de Produção, na figura de seus funcionários, que indiretamente contribuiram para o êxito deste trabalho;
- À Universidade Federal de Viçosa, pelo apoio institucional que muito auxiliou em minha formação;
- Ao Departamento de Economia Doméstica / UFV, pelo apoio inúmeras vezes demonstrado;
- À CAPES pelo aporte financeiro.
CAPÍTULO 2: ANALISANDO O CONCEITO DE FUNCIONALIDADE
2.1. As relações do homem com o seu habitat
2.2. A construção
da imagem de funcionalidade
CAPÍTULO 3: ANALISANDO A FUNCIONALIDADE A PARTIR DA AFETIVIDADE - OS MODELOS
3.1. Modelos para análise de funcionalidade
3.2.2. 2a Fase: Desenvolvimento
CAPÍTULO 4: ANALISANDO A FUNCIONALIDADE A PARTIR DA AFETIVIDADE - APLICAÇÃO DO MODELO PROPOSTO
4.1. Aplicando o modelo em cozinhas residenciais
4.1.2. 2a Fase: Desenvolvimento
5.1. Sugestões para futuras pesquisas
1.1- Comportamento como função das demandas orgânicas interiores e o meio ambiente sócio-físico externo.
2.1- Cozinha residencial e a verticalização de suas áreas.
2.2- Postura correta na utilização do espaço de trabalho, cozinha.
2.3- Postura correta na utilização do espaço de trabalho, cozinha.
2.4- Postura incorreta na utilização do espaço de trabalho, cozinha.
2.5- Postura incorreta na utilização do espaço de trabalho: cozinha.
2.6- Processo de avaliação dos ambientes de trabalho.
3.1- Definição da probabilidade de aparecimento dos atributos (1a e 2a etapa).
3.2- Definição da distância psicológica dos atributos (1a e 2a etapa).
3.3- Relações entre dimensões fenomenológicas, fenômenos existenciais e elementos arquitetônicos e culturais.
3.4- A interferência dos fenômenos existenciais e elementos arquitetônicos e culturais na percepção de funcionalidade.
4.1- Distância psicológica das características espontâneas - 1a Etapa.
4.2 - Distâncias psicológicas das características induzidas - 2a Etapa.
4.3- Posto de trabalho, cozinha residencial
Anexo 1 - Questionário para levantamento dos dados - 1a etapa da pesquisa de campo
Anexo 2 - Questionário para levantamento dos dados - 2a etapa da pesquisa de campo
Anexo 3 - Probabilidade de aparecimento de cada atributo
Anexo 4 - Distância psicológica dos atributos ao objeto analisada
A percepção de funcionalidade dos espaços vivenciados pelo homem é o objeto direto desta investigação. Partimos da hipótese de que estes espaços, por mais elaborados que sejam em termos de projeto e/ou organização das áreas de trabalho, podem não parecer funcionais a quem os utiliza, mostrando que nem sempre a lógica do projetista está em acordo com a lógica de quem utiliza o espaço projetado. Para tanto, sugerimos neste trabalho que os espaços sejam também idealizados sob a ótica da funcionalidade afetiva com o intuito de reduzir os erros em termos de ações projetuais permitindo, como consequência, uma maior interação entre usuário-espaço. A funcionalidade a partir da afetividade foi averiguada utilizando o modelo proposto, estruturado a partir de conceitos psicossociais e fenomenológicos, conseguindo-se através deste listar as variáveis que poderiam vir a afetar a percepção de funcionalidade no espaço cozinhas residenciais, para a população avaliada. Para a análise das variáveis utilizou-se de avaliações basicamente culturais e/ou fenomenológicas que poderão estar permitindo a percepção ou não percepção da funcionalidade dos espaços. Verificamos que as questões ligadas a afetividade dos indivíduos podem, sobremaneira, mascarar a percepção de funcionalidade dos espaços. Consideramos importante que para maior eficiência das ações de projeto, estas só deveriam se concretizar após a avaliação das atividades desenvolvidas pelo usuário no espaço. Assim sendo a metodologia de Análise Ergonômica do Trabalho pode ser uma prática eficaz.
Palavras-chave: Ergonomia, Interação homem-ambiente, Ergonomia cognitiva, Psicologia do espaço, Cozinha.
The perception of the funcionality of the space in wich man lives is the direct object of this investigation. Our inictial idea is that even elaborated projects and/or organization of working spaces may be unable to prevent users from considering those spaces as non-functional, thus showing that the projector's logic does not always match that of the user. We suggest in this work that spaces be idealised through an affective functional point of view in order to reduce the errors in projects and bring a better interation between user and space. Affection based funcionality was investigated. This provided a list of the variables which could have an influence on the perception of funcionality in the kitchen space for the population considered in this investigation. This analysis of the variables was performed based on cultural and/or phenomenological evaluations that may result in the perception or non-perception of the spaces funcionality. Elements considered relevant to a more specific analysis were added. It can be sees that in user/environment relationships matters related to the affectivity of individuals can strongly alter the perception of the funcionality of space. This is why we consider extremely important that every project be concretized only after the evaluation of the activities undertaken in that space. For this purpose the ergonomic analysis of work is a very precise technique.
Keywords: Ergonomics; Interaction user/environment; Cognitive ergonomics; Space psychology; Kitchen.