Banca Examinadora
Profa. Ingeborg Sell, Dr.ren.nat
ORIENTADORA
Profa. Vera Lúcia Duarte do Valle Pereira, Dra.
Prof. José Antonio Ribeiro de Souza, D.Sc.
A minha mãe, Arésia, pelo amor e o
incentivo recebido durante toda a minha vida.
Gostaria de expressar meus agradecimentos:
À Profa. Ingeborg Sell, pela orientação, dedicação e incentivo no desenvolvimento desta Dissertação.
À UFSC, pela oportunidade concedida para a realização do Curso de Mestrado em Engenharia de Produção.
As empresas SADIA CONCÓRDIA (Concórdia - SC), PERDIGÃO S.A (Videira - SC), DaGranja (Lapa - PR) e Macedo Koerich S.A. (São José - SC) pela oportunidade de realizar o estudo prático desta Dissertação.
Aos professores João Ernesto Escosteguy Castro e Miguel Fiod Neto pelo incentivo e ajuda concedida durante a realização desta Dissertação e principalmente por serem verdadeiros professores.
Aos amigos Juan, Hugo, Ivandi, Regina, Ivete, Glaucia, Rita, Renato, José Luiz, pelo companheirismo, apoio e por todos os momentos alegres que compartilhamos durante o mestrado.
À minha irmã, Ruth, pelo apoio para ingressar no mestrado.
À Armando Moura Jr., pelo amor, incentivo no desenvolvimento desta dissertação e apoio nos momentos difíceis, que sempre me destes.
À Deus, por tudo.
| Lista De Figuras | |
| Lista De Tabelas | |
| Resumo | |
| Abstract |
| Capítulo 1. Introdução | |
| 1.1. O problema | |
| 1.2. Objetivos do estudo | |
| 1.3. Metodologia | |
| 1.4. Delimitações do trabalho | |
| 1.5. Estrutura do trabalho |
| Capítulo 5. Conclusões E Recomendações | |
| 5.1. Conclusão | |
| 5.2. Recomendações para trabalhos futuros |
| Referências Bibliográficas | |
| Bibliografia | |
| Anexo |
| Figura 1. Estratégia metodológica | |
| Figura 2. Fluxograma de processamento de carne de frango | |
| Figura 3. Máquina de lavar caixas de frangos vivos | |
| Figura 4. Exemplos de ganchos utilizados para a pendura dos frangos em frigoríficos |
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| Figura 5. Insensibilizador | |
| Figura 6. Sangrador automático | |
| Figura 7. Máquina de escaldagem | |
| Figura 8. Depenadeira | |
| Figura 9. Fluxograma de produção de gelatina e cola | |
| Figura 10. Cola e gelatina extraída de ossos e pés | |
| Figura 11. Fluxograma de processamento dos subprodutos do sangue | |
| Figura 12. Obtenção de proteína a partir de resíduos de carne aderida aos ossos | |
| Figura 13. Máquina de fazer CMS | |
| Figura 14. Máquina de fazer CMS e amostra de CMS | |
| Figura 15. Produção de carne mecanicamente separada | |
| Figura 16. Possibilidades de aproveitamento de resíduos formando novos produtos |
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| Figura 17. Fluxograma de produção de nuggets | |
| Figura 18. Cutter comum | |
| Figura 19. Cutter à vácuo | |
| Figura 20. Fluxograma de processamento de roll de frango | |
| Figura 21. Fabricação de lingüiça | |
| Figura 22. Fabricação de mortadela | |
| Figura 23. Fabricação de salsicha | |
| Figura 24. Instrumento cortante oco utilizado para o recolhimento do sangue |
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| Tabela 01. Abate de aves no Brasil no ano de 1994 | |
| Tabela 02. Rendimentos de cortes de desossa de frango | |
| Tabela 03. Matérias-primas para separação mecânica | |
| Tabela 04. Ingredientes para a formulação de salsicha | |
| Tabela 05. Ingredientes para a formulação de lingüiça de frango | |
| Tabela 06. Nomes de empresas pesquisadas | |
| Tabela 07. Características gerais das empresas pesquisadas | |
| Tabela 08. Recursos técnicos, humanos e financeiros das empresas pesquisada | |
| Tabela 09. Administração geral das empresas | |
| Tabela 10. Características, uso e destino final dos resíduos nas empresas pesquisadas |
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| Tabela 11. Demonstração de produção de massa de salsicha, estimando-se a utilização de 5.900 kg de CMS |
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