Banca Examinadora:
Vera Lúcia Duarte do Valle Pereira, Dra. - Orientadora
Leila Amaral Gontijo, Dra.
Olga Regina Cardoso, Dra.
Especialmente para minha esposa SANDRA, que sempre me incentivou nas horas mais difíceis;
aos meus filhos GUILHERME e RENATA, pela inspiração de que a educação é a base de todo o desenvolvimento.
Aos meus pais (que Deus os tenha), que me possibilitaram chegar até aqui.
Aos meus familiares, que sempre me apoiaram e incentivaram.
A professora Dra. Vera Lúcia Duarte do Valle Pereira, minha orientadora, pela forma como conduziu a orientação deste trabalho e pela compreensão nos momentos mais críticos.
A professoras Dra. Leila Amaral Gontijo e Dra. Olga Regina Cardoso, do PPGEP, pela participação na banca e as valiosas sugestões e observações, que só enriqueceram o trabalho.
A todos que, de uma forma direta ou indireta, contribuíram para a conclusão deste estudo.
| DEDICATÓRIA |
| AGRADECIMENTOS |
| SUMÁRIO |
| LISTA DE FIGURAS |
| LISTA DE TABELAS |
| RESUMO |
| ABSTRACT |
7. ANEXO
7.1 Guia de Observação Guélaud referente à
Carga Física
| Figura 4.1. Dimensões e informações sobre o Situação de Trabalho 1 |
| Figura 4.2. Dimensões e informações sobre o Situação de Trabalho 2 |
| Figura 4.3 Dimensões e informações sobre o Situação de Trabalho 3 |
| Figura 4.4. Operário em pé, ereto, braços acima dos ombros |
| Figura 4.5. Operário em pé, ereto, braços entre o cotovelo e os ombros |
| Figura 4.6. Operário em pé, ereto, braços na altura do cotovelo. |
| Figura 4.7. Operário em pé, levemente curvado. |
| Figura 4.8. Operário em pé, fortemente curvado. |
| Figura 4.9. Operário em pé, fortissimamente curvado |
| Figura 4.10. Operário de cócoras, normal |
| Figura 4.11. Operário de cócoras, flexionado |
| Figura 6.1. Modelo de Gerenciamento da Tarefa |
| Tabela 3.1. Posturas habituais e principais conseqüências |
| Tabela 3.2. Apreciação da postura Sentada em função de critérios fisiológicos. |
| Tabela 3.3. Apreciação da postura De Pé em função de critérios fisiológicos. |
| Tabela 3.4. Apreciação da postura Ajoelhada em função de critérios fisiológicos.. |
| Tabela 3.5. Apreciação das posturas Deitada e Agachada em função de critérios fisiológicos |
| Tabela 3.6. Avaliação e cotação da carga estática. |
| Tabela 3.7. Dispêndio segundo a importância da carga deslocada (kcal/min). |
| Tabela 3.8. Avaliação do dispêndio energético, segundo a localização dos músculos ativos e a importância do esforço |
| Tabela 3.9. Cotação de atividade física |
| Tabela 3.10. Cotação do desgaste físico global no trabalho |
| Tabela 4.1. Determinação da Carga Física
para a situação 1
Etapa da Tarefa: Fixar Taliscas |
| Tabela 4.2. Determinação da Carga Física
para a situação 1
Etapa da Tarefa: Lançar Argamassa. |
| Tabela 4.3. Determinação da Carga Física
para a situação 1
Etapa da Tarefa: Reguar Reboco |
| Tabela 4.4. Determinação da Carga Física
para a situação 1
Etapa da Tarefa: Desempenar Reboco. |
| Tabela 4.5. Determinação da Carga Física
para a situação 1
Etapa da Tarefa: Feltrar Reboco. |
| Tabela 4.6. Determinação da Carga Física
para a situação 2
Etapa da Tarefa: Fixar Taliscas |
| Tabela 4.7. Determinação da Carga Física
para a situação 2
Etapa da Tarefa: Lançar Argamassa. |
| Tabela 4.8. Determinação da Carga Física
para a situação 2
Etapa da Tarefa: Reguar Reboco |
| Tabela 4.9. Determinação da Carga Física
para a situação 2
Etapa da Tarefa: Desempenar Reboco. |
| Tabela 4.10. Determinação da Carga Física
para a situação 2
Etapa da Tarefa: Feltrar Reboco. |
| Tabela 4.11. Determinação da Carga Física
para a situação 3
Etapa da Tarefa: Lançar Argamassa. |
| Tabela 4.12. Determinação da Carga Física
para a situação 3
Etapa da Tarefa: Reguar Reboco |
| Tabela 4.13. Determinação da Carga Física
para a situação 3
Etapa da Tarefa: Desempenar Reboco. |
| Tabela 4.14. Determinação da Carga Física
para a situação 3
Etapa da Tarefa: Feltrar Reboco. |
| Tabela 4.15. Dados sobre motivação do operário 1. |
| Tabela 4.16. Dados sobre motivação do operário 2. |
| Tabela 4.17. Dados sobre motivação do operário 3. |
| Tabela 5.1. Dispêndio Energético Total das situações Analisados (em kcal) |
| Tabela 5.2. Somatório do D.E. para a situação 1. |
| Tabela 5.3. Somatório do D.E. para a situação 2. |
| Tabela 5.4. Somatório do D.E. para a situação 3. |
| Tabela 5.5. Diferenças de esforços nas alturas de trabalho. |
A qualidade e produtividade das tarefas executadas numa obra de construção civil são das mais baixas do país. Este trabalho procura identificar as causas desta baixa qualidade e produtividade, pesquisando a forma como é executada a tarefa de rebocar paredes internas dentro de canteiros de obras de empresas da Grande Florianópolis - SC.
O presente trabalho propõe-se, através da análise ergonômica de situações de trabalho dentro da construção civil, a identificar os aspectos que influenciam na qualidade do serviço do pedreiro de reboco de paredes internas. A análise é feita através de observações nas situações e recolhimento de dados referentes à carga física e avaliação da motivação para o trabalho.
Como conclusão é proposta uma alternativa para que as atividades da tarefa analisada sejam gerenciadas através de um modelo esquemático, que leva em consideração os padrões adotados pela empresa, treinamento de pessoal e motivação dos trabalhadores. O resultado é um produto com mais qualidade, e com dividendos para o trabalhador e a empresa.
The quality and productivity of executed tasks in civil engineering building are one of the lowest of the country. This paper intends to identify the causes of this low quality and productivity, researching how the tasks of internals rough-cast wall were executed in building sites activities in Greater Florianópolis - SC.
The present paper proposes, through the ergonomics analysis of work station in the civil engineering, to identify the aspects wich are influencing in the service quality of internal rough-cast wall bricklayer. The analysis is done through the observation in the work station and data collection relating to the quantity of effort and avaluation of work motivation.
To sum up it is proposed one alternative in a way that the activities of analysed tasks start being maneges through a esquematic model, wich must take in consideration, adopted standards from the company, workers personal training and motivation. The result will be a better product with better quality and with better results for the worker and the company.