Orientador: Prof. Dr. ANTÔNIO GALVÃO NOVAES
Ao Prof.° Antônio Galvão Novaes pela amizade, apoio,
estímulo e inestimável orientação ao longo
de todo o curso
Ao CNPq pelo auxílio financeiro durante todo o curso
Ao Prof.° Amir Mattar Valente pela maneira cordial e atenciosa que
sempre nos destinou, quando da obtenção de dados estatísticos.
Ao Prof.° João Carlos de Sousa pelo apoio e orientação
na elaboração final da dissertação.
À Sra. Julia Barbosa Batista, pela revisão ortográfica
À coordenação, secretária e corpo docente
do Curso de Pós-Graduação de Engenharia de Produção.
Ao funcionários do: DNER, DER, CETREM/SUL, Polícia Rodoviárias
Federal e Estadual, pelo apoio e atendimento, contribuindo de forma valiosa
na obtenção dos dados.
Enfim a todos que de uma forma ou de outra contribuíram para
a elaboração deste trabalho.
1.1.3. IMPORTÂNCIA DO TRABALHO
2.2. TENDÊNCIAS NO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS
2.3. PANORAMA DAS RODOVIAS CATARINENSES
2.4. PANORAMA DA INDÚSTRIA CATARINENSE
2.5. PANORAMA DA AÇÃO INSTITUCIONAL
DE AUXILIO TÉCNICO COMPLEMENTAR ABIQUIM - PROGRAMA "PRÓ-QUÍMICA"
3. PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL - RESPONSIBLE CARE
3.1. QUALIDADE NO TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS EM SANTA CATARINA
3.2. METODOLOGIA PARA COLETA DE DADOS PARA A APLICAÇÃO DA PESQUISA DO CETREM/SUL
3.3. SITUAÇÃO DO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS NO ESTADO DE SANTA CATARINA
3.4. RESULTADOS DA APLICAÇÃO DO PROGRAMA ATUAÇÃO RESPONSÁVEL - RESPONSIBLE CARE
3.4.1. RESULTADOS GLOBAIS NO ESTADO DE SANTA CATARINA
3.4.1.2. FREQÜÊNCIA DOS TIPOS DE PRODUTOS PERIGOSOS TRANSPORTADOS NO ESTADO DE SANTA CATARINA
3.4.1.3. CONDIÇÕES GERAIS DOS VEÍCULOS EM SANTA CATARINA
3.4.1.4. CONDIÇÕES DE TRANSPORTE DA CARGA DE PRODUTOS PERIGOSOS EM SANTA CATARINA
3.4.1.5. SIMBOLOGIA ADEQUADA EM SANTA CATARINA
3.4.1.6. EXISTÊNCIA DE EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL E COLETIVA EM SANTA CATARINA
3.4.1.7. CONHECIMENTO DA CARGA QUE TRANSPORTA EM SANTA CATARINA
4. CARACTERÍSTICAS DE ACIDENTES
4.1. ACIDENTES E DADOS ESTATÍSTICOS
4.3. ACIDENTES COM MATERIAIS PERIGOSOS
4.4.1. ACIDENTES DE TRÂNSITO COM CARGA PERIGOSA
4.4.2. FREQÜÊNCIAS DE ACIDENTES ANUAIS
4.4.4. TIPO DE CARGA ENVOLVIDA
4.4.5. CONSEQÜÊNCIAS DOS ACIDENTES
5. ESTIMATIVA DE RISCOS PARA O FLUXO DE MATERIAIS PERIGOSOS
6. SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE RISCOS DE PRODUTOS
PERIGOSOS
7. METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE
ALTERNATIVAS DE ROTAS
7.1. AVALIAÇÃO DE ALTERNATIVAS DE ROTAS DE TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS
7.2. METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DE ALTERNATIVAS DE ROTAS APLICÁVEIS À REALIDADE CATARINENSE
7.2.2 MODELO DE TAXA DE ACIDENTE COM CAMINHÕES PARA A DETERMINAÇÃO DE ROTAS PARA MATERIAIS PERIGOSOS
7.2.3. AVALIAÇÃO DE RISCO E SEGURANÇA
NO TRANSPORTE DE MATERIAIS PERIGOSOS
7.2.3.1.UM MODELO PROPOSTO PARA A AVALIAÇÃO
DA SEGURANÇA DA COMUNIDADE
7.2.4.2.1.2. DETERMINAÇÃO DE QUILOMETROS-EXPOSIÇÃO
7.2.4.2.1.3. PROBABILIDADE DE ACIDENTE COM PRODUTOS PERIGOSOS
9.1. APLICAÇÃO DA METODOLOGIA COM O USO DE DADOS PRÓPRIOS DE UM DEPARTAMENTO/ESTADO
Uma dessas estratégias é encontrar rotas que possuam o menor grau de risco possível à população.
Utilizando dados acessíveis como volume de tráfego, número de acidentes com veículos, densidade demográfica, podemos compor um índice de risco para comparar e traçar rotas que ofereçam alternativas para o transporte seguro de produtos perigosos
Portanto, o presente trabalho tem por objetivo propor uma metodologia para avaliar alternativas de rotas que movimentam produtos perigosos. Essa metodologia contempla o risco que uma determinada população está submetida quando o transporte desses produtos passam por suas rodovias.
Nossa metodologia está baseada no trabalho de Douglas et alii (1990) e nas diretrizes do DOT (Departamento de Transportes dos EUA), complementada pelo modelo de avaliação de risco mais largamente aceito para a identificação de rotas preferenciais para o transporte de materiais perigosos, o qual é apresentado nas diretrizes do DOT. Este modelo foi primeiramente apresentado na publicação de 1980 da FHWA-Diretrizes para a aplicação de Critérios para o Transporte de Materiais Perigosos .
Portanto, nossa metodologia é aplicada numa malha do estado de
Santa Catarina, e aferindo o risco populacional que as rodovias selecionadas
submetem a população diariamente.
One of them is to find routes with less degrees of risk to population.
Using accessible data as trafic intensity, number of accidents with vehicles, demographic density, we will be able to find an index of risk to compare and make routes that give alternatives to a secure transportation of hazardous material.
So, this work has as objective to propose a methodology to value alternative routes that move hazardous material. That methodology contemplate the risk that a specific population is submit when the transport of those products go through their routes.
Our methodology is based on the work of Douglas et alii (1990) and on DOT (U.S. Department of Transportation) guidelines, complemented by the evaluation model of risk more accepted for priorities routes identification for hazardous material transportation, which is present on DOT directings. This model was first presented in the 1980 FHWA publication Guidelines for Applying Criteria to Designate Routes for Transporting Hazardous Material.
So, our methodology is applied in a net of Santa Catarina State, Brazil, and checking the risk to the population that the selected routes submit the population every day.