Para a construção de um modelo de EaD via Internet, enfoque desta dissertação, é importante ter claro que para ensinar via a Internet se requer especial habilidade (prática, experiência) do professor e instrutores, e que as instruções diretamente recebidas pela Internet requerem diferentes tipos de preparação e prática para serem usadas pelos alunos. Segundo Porter, a instituição que proporciona aprendizagem a distância deve estar consciente desta complexidade. Por isso, deve fazer parte de sua missão e metas compor um bom suporte para programas de EaD. (1997)
Ter simplesmente a capacidade de oferecer curso a distância ou programas não é um bom objetivo. Continuamente deve-se buscar objetivos de mudanças educacionais (melhorias contínuas), a favor das necessidades dos alunos. Oferecer alta qualidade de materiais e serviços deve fazer parte da missão da instituição.
A Internet propicia ao processo educacional novos
rumos e novas maneiras de integrar alunos e professores num ambiente de
mútua aprendizagem e desenvolvimento intelectual. Como alguns autores
apropriadamente citam, essas tecnologias permitem construir uma rica rede
de interconexões na qual o conhecimento se encontra distribuído
(Levy, 1993), (Perkins, 1993). O aluno vai naturalmente aplicando a informação
ao ser capaz de ir além dela, ao criar novos conhecimentos; à
medida que toma conhecimento do conteúdo, da tecnologia e elabora
a sua análise. As tecnologias de comunicação podem
disseminar os recursos de ensino, ao levar a informação de
uma forma contínua, em tempo real (sincrônico) ou de forma
flexível, de acordo com a disponibilidade de tempo(assincrônica).
De forma simples, a Internet pode ser definida como uma rede mundial de computadores, ou seja, uma rede que envolve milhares de outras redes.
Uma rede de computadores é composta por um computador central (servidor), e outros computadores (cada um sendo uma estação de trabalho) que funcionam trocando dados(bits) entre si, através do servidor. Quando se interligam dois servidores, têm-se os computadores de ambas redes trocando dados(bits) entre si, como se fosse uma única rede.
As pessoas que desejam acesso à Internet precisam mais do que um modem ou alguma conexão. Os usuários de computador precisam ter acesso há um servidor. O servidor permite acesso para a Internet, conectando um grupo de computadores individuais, através de redes de servidores se faz a troca digital de informações.
A Internet torna-se assim, segundo Gibson (1994), gradativamente, um meio usual de trocas de informações de forma rápida, de acesso a especialistas em inúmeras áreas, de formação de equipes para trabalho cooperativo, independentemente de distâncias geográficas e de acesso a várias formas de arquivos e repositório de informações. De forma diferente de inovações tecnológicas surgidas nos últimos anos, a Internet:
3.2 Ferramentas disponíveis na Internet
Desde o surgimento da Internet, muitas ferramentas foram desenvolvidas, e outras ainda estão por surgir. Na Internet estão disponibilizadas uma grande e crescente variedade de ferramentas provê uma comunicação do tipo um para um (comunicação privada), um para muitos (dispersão), e muitos para muitos (discussão em grupo). As ferramentas da Internet geralmente são divididas em duas grandes categorias: síncronas (funcionam em tempo real) e assíncronas(que funcionam em tempo flexível, conforme disponibilidade do usuário).
Outra dimensão para a classificação das ferramentas é a mídia envolvida, que vai desde o simples texto plano, até as tecnologias multimídia que permitem o uso sincronizado de áudio, vídeo e gráficos (Hartley, 1996). Dessa forma as ferramentas podem ser classificadas em ferramentas de modo texto e multimídia. Modo texto significa que a CMC é realizada através de texto plano, palavras escritas. Multimídia quer dizer que a CMC é realizada pelo agrupamento de mais de um meio de expressão, podendo ser áudio, vídeo, gráficos ou texto plano.
A tabela abaixo apresenta algumas ferramentas básicas disponibilizadas na Internet e sua classificação.
| Modo Texto | Multimídia | |
| Assíncrona | correio eletrônico
(e-mail)
FAQ (inserido sobre a WWW) |
WWW (World Wide Web) |
| Síncrona | IRC(Internet Relay, Chat) | audioconferência videoconferência |
Correio Eletrônico
Por meio do correio eletrônico é possível estabelecer comunicação assíncrona com qualquer outra pessoa que possua um endereço eletrônico (e-mail). O e-mail é normalmente um serviço off-line e as "cartas" são escritas e enviadas para o servidor do destinatário. Quando esta pessoa se conecta, estas "cartas" lhes são enviadas.
Segundo Lohuis (1996), o correio eletrônico provê uma forma eletrônica de enviar e receber mensagens e arquivos (em attachment) assincronamente. Por ser assíncrona, esta ferramenta tem a grande vantagem de que cada um pode enviar ou receber suas mensagens de acordo com sua disponibilidade de tempo .
A utilização de correio eletrônico em sistemas de educação a distância pode contribuir bastante para o processo de gerenciamento, assegurando a comunicação de dupla-via, entre instrutores, administradores e alunos, bem como instrumento de interação entre os alunos envolvidos no processo.
FAQ(Frequently Asked Questions)
Esta ferramenta, oferecida também dentro da WWW, é organizada como uma coleção de informações dentro de uma mesma base de dados. A EaD pode funcionar como um banco de perguntas e respostas interativo os alunos podem fazer perguntas e comentários ao instrutor/professor, e o instrutor/professor pode responder, orientar ou tecer comentários aos alunos, e estas perguntas/respostas são compartilhadas por todos.
IRC ( Internet Relay Chat )
Chat, ou bate-papo, é um mecanismo que permite aos usuários da Internet comunicar-se em tempo real. Esta comunicação ocorre por meio de canais aos quais os usuários se vinculam, podendo ser coletiva ou individualizada.
A comunicação é coletiva quando os usuários enviam e recebem mensagens de todos os usuários conectados ao canal. Por meio da comunicação individual, é possível um usuário escolher um integrante específico do canal para comunicar-se direta e exclusivamente com ele. É possível também comunicar-se individualmente com mais de um usuário simultaneamente, mantendo conversas paralelas.
Esta ferramenta permite a comunicação síncrona em modo texto entre vários participantes através de uma janela comum em que tudo o que é escrito por cada participante pode ser lido imediatamente por todos os outros. A vantagem é que permite uma discussão interativa e dinâmica, aproximando-se mais das discussões realizadas em sala de aula. A desvantagem é que todos os participantes devem estar conectados ao mesmo tempo, o que elimina uma das principais vantagens do uso da Internet, a flexibilidade de horário.
Existem basicamente duas formas de chat. Uma é via WWW, disponível em sites como Universo On-Line, Geocities e outros. Outra forma é via programa dedicado, como o mIRC, utilizando o IRC. Existem chats restritos, que pressupõem autorização para acesso. Entretanto, é mais comum os chats destinados a todos navegadores da Internet.
O programa IRC (Revezamento Internet
e Papo) é o serviço de bate-papo mais utilizado na atualidade.
Trata-se de um serviço de conversação via rede utilizado
para teleconferência em modo texto. O IRC foi desenvolvido
pelo finlandês Jarkko Oikarinen durante os anos 80, e virou moda
em vários países do mundo. O programa mais utilizado neste
serviço é o mIRC, desenvolvido por Khaled Mardam-Bay,
e se constitui no principal elemento de disseminação do serviço
pela sua simplicidade de utilização. Além de permitir
a troca de mensagens, o mIRC permite a troca de arquivos entre os
usuários conectados no canal. Isto se constitui em mais uma importante
vantagem do programa.
Pelo seu uso exclusivo no modelo do curso apresentado nesta dissertação, somente será apresentado neste item a WWW, o qual tem sido considerado uma ferramenta multimídia com um grande potencial para a educação a distância. As outras duas ferramentas multimídia, audioconferência e vídeo-conferência, ainda que importantes, não se relacionam com o escopo deste trabalho.
WWW (World Wide Web)
O serviço WWW surgiu em 1989 como um integrador de informações, dentro do qual a grande maioria das informações disponíveis na Internet podem ser acessadas de forma simples e consistente em diferentes plataformas. Uma das grandes vantagens e boa característica da Web é ser "cross-plataform", ou seja, pode ser acessada por qualquer tipo de sistema operacional. Outras características importantes são abrangência, liberdade oferecida ao usuário e a maneira dinâmica como as informações são mantidas, isto é, estão em constante atualização.
Apesar de ser relativamente recente em comparação a outras ferramentas da Internet, em 1998 já se encontrava como a segunda no ranking das mais usadas pelos usuários, só perdendo para o e-mail. A WWW popularizou definitivamente a Internet no campo comercial, de entretenimento, saúde, educação, enfim em todas as áreas da sociedade contemporânea.
Um dos grandes atrativos da WWW é a sua interface gráfica junto com a possibilidade de deslocamento quase instantâneo entre as páginas que contém as informações. Essa característica é devida à programação usada para a confecção das páginas. Trata-se do HTML (Hypertext Markup Language), que permite vários documentos se interligarem por meio de "links".
A forma padrão das informações da WWW é o hipertexto, que pode estar localizado em diferentes servidores e em diferentes partes do mundo. O hipertexto, sendo codificado com a linguagem HTML (Hypertext Markup Language), possui um conjunto de marcas de codificação que são interpretadas pelos clientes WWW (que são os browsers, como o Netscape, Explorer), em diferentes plataformas.
O protocolo usado para a transferência de informações na WWW é o HTTP. O HTTP é um protocolo do nível de aplicação que possui objetividade e rapidez necessárias para suportar sistemas de informação distribuídos, cooperativos e de hipermídia.
Suas principais características são:
A WWW é visualizado através de programas (browser, ou navegadores). Mas apenas com o browser não se é capaz de visualizar todos os recursos disponíveis, principalmente os recursos multimídias. Para visualizá-los é necessário programas que trabalham em parceria com o browser (plug-ins).
Atualmente, os principais browsers
que disputam a preferência dos usuários são o Netscape
Navigator e o Microsoft Internet Explorer. Não
é possível dizer qual dos dois é melhor, pois cada
um possui características distintas que irão satisfazer cada
usuário de acordo com as suas necessidades.
3.3 Construindo processos de aprendizagem via Internet
Segundo Lenke (1993), simplesmente "soltar" os alunos para navegar na Internet não significa que de fato esteja acontecendo aprendizagem. No hiperespaço da Web, na Internet, os estudantes estão expostos a um imenso volume de informação, em que grande parte do material disponível não tem foco na instrução (educação) (Perrone et al., 1995). Os alunos têm um potencial muito grande e são aprendizes ávidos por conhecimento (Papert, 1996), mas necessitam do meio ou dos subsídios - o guia - para saberem o que fazer.
De acordo com Tori (1994), alguns cuidados especiais devem ser tomados com relação à navegação na produção de cursos. Nos sistemas que propiciam uma liberdade muito grande, se não houver alguns cuidados, o usuário poderá sentir-se desorientado no espaço de informação.
A expressão "navegação no hiperespaço" implica, segundo Trüring et al. (1995), na concepção de hiperdocumentos como espaços onde o usuário pode mover-se de uma parte para outra no sentido de buscar, ler, interagir ou simplesmente visualizar informações contidas num sistema hipermídia. Este processo envolve uma série de questões: a) a compreensão de que isto implica em dois outros fatores: coerência e sobrecarga cognitiva; b) orientação e desorientação: que implica em um design de conteúdo, estrutura e interface adequados; e por fim estes fatores todos devem permitir c) interatividade e cooperação num ambiente hipermídia.
De acordo com Jonassen e Grabinger (1990), interatividade em sistemas hipermídia traduz-se em permitir que o usuário possa ter um controle dinâmico de sua navegação, isto é, permite-se que o usuário determine a sua própria seqüência no universo de informação fazendo uso, conforme a sua necessidade, das capacidades e ferramentas intrínsecas ao sistema. Tori (1994) acrescenta que em hipermídia a interatividade prevista para o sistema deve ser planejada buscando atender ao processo de navegação exploratória ou objetiva. Segundo o autor, a navegação exploratória acontece quando o usuário não possui um objetivo definido e navega seguindo seus interesses no momento. Na navegação objetiva, no entanto, o usuário faz uso do sistema tendo como meta algo previamente estabelecido e, segundo o autor, direciona suas ações buscando alcançar esse objetivo
Segundo Porter (1997), um princípio básico no desenho de formação pela Web é o nó(chunk). Um nó ou um menor pedaço da informação que faz sentido por ele mesmo, é uma quantidade de informação administrável. Pode ser provavelmente um ícone ou um símbolo, um parágrafo, um menu, uma fotografia, - algo que tenha um significado independente sem precisar ir mais longe. Cada pedaço de informação pode ser obtido na tela sempre que o aluno ordenar e for útil para ele. O designer do curso deve decidir que parte deverá adaptar na home page, ou na primeira visualização da tela, e que pedaços deverão ser colocados em outra parte mas lincados para a home page (pg. 129).
Os designers do curso devem passar detalhadamente para os alunos que tipo de browser, hardware, software irão ser necessitados para serem usadas todas as informações armazenadas no site, ou qual o local(site) os alunos requerido para ser visitado durante o curso. Devem explicar, algumas vezes com minúcias, como os aprendizes podem conectar seus computadores com a Internet e localizar o curso no Web site. (Porter, op. cit.)
Segundo o mesmo autor, um benefício da Web é que a informação pode ser usada dentro de um curso de forma quase ilimitada. Uma vez que a informação é armazenada eletronicamente, alunos com acesso para o site podem fazer download ou usar informações on-line, da mesma forma que estas podem, por longo tempo, ser armazenadas neste ponto na Web. Essas disposições estão diretamente relacionadas com o aluno, para ele trabalhar em tempo determinado conforme o seu ritmo e para visitar o site com tanta freqüência quanto o seu gosto, quando tiver tempo.
Por isso, é importante se fazer uma análise prévia dos alunos que estão fazendo o curso e de quem pode um dia fazê-lo com isso é possível ter uma boa idéia a respeito da preferência das tarefas de audiência ou das informações requeridas e ir em direção dosrequerimentos do curso. Estas questões e similares ajudam a determinar o tipo de navegador (Browser), sistema de computador e interação com os alunos serão requeridos para completar as atividades do curso. Na seqüência, é preciso determinar como os aprendizes irão trabalhar com as informações para acompanhar o curso:
O designer do curso deve se preocupar em dar acesso e atender ao tipo de equipamento e recursos que os alunos têm disponível para acompanhar o curso mas também é importante ter claro que quanto mais interativo for possível fazer o site, mais facilmente os aprendizes irão entender o conteúdo do curso. Mesmo o texto, o qual pode ser lido passivamente, pode ser ligado às mais interativas tarefas ou atividades para prosseguir a leitura.(Porter, op. cit.)
É importante fazer com que os alunos façam alguma coisa - escrever um e-mail, completar alguma tarefa, discutir informação dentro de um MUD (Multi User Domain- Domínio Multi Usuário), participar de uma conferência para questionar ou sumarizar o que eles aprendem, ou completar uma simulação para aplicar seus conceitos. Quando se desenha um Web siteé preciso incluir várias maneiras para fazer com que os estudantes interajam com a informação.
De acordo com Lemke (1993), a Web oferece vários meios multissensoriais semelhantes à vida, pelos quais as pessoas aprendem. Isto é, proporciona:
Além de serem ilimitados como espaço de criação, os ambientes de aprendizagem Web não estão limitados ao espaço físico da sala de aula. O mundo inteiro e todas as universidades e centros de pesquisa, bem como museus e uma infinidade de sites estão à disposição dos alunos e compõem, dessa forma, o ambiente de sala de aula ou uma sala de aula distribuída (Kearsley, 1996).
Outra ponto importante a destacar é que no desenvolvimento das atividades em grupo dos cursos de EaD, os alunos participam ativamente e precisam conhecer, estudar, pesquisar o que estarão apresentando aos demais. Segundo Kearsley (1996), somente o fato de publicar na Web já funciona como motivador e faz com que os alunos tenham essas preocupações.
Sobre os cuidados com o material do curso na Web, os alunos precisam ser capazes de fazer as seguintes ações (Porter, 1997):
Porter (1997) chama a atenção para os cuidados necessários com as questões administrativas, pois estas ajudam a determinar, por exemplo, quem deveria ter acesso à informação, que medidas de segurança devem ser colocadas em um lugar certo e para qual, e quem deveria fazer cada desenho do curso e atividade de manutenção.
Sobre a decisão de quem terá acesso a todas as páginas e ferramentas e banco de dados do site Web num determinado curso, Porter coloca que os alunos que estão cursando correntemente o curso e os seus educadores necessitam obviamente ter acesso a todas as informações necessárias para o processo de ensino-aprendizagem.
Para formar o espaço(ambiente) de ensino é importante estabelecer que no site do curso, os alunos e professores sejam as principais pessoas que o acessem. Para isto, logins e senhas(identificações) precisam ser designados para subscrição, permitindo que somente os estudantes que se inscreveram no curso podem ter acesso às tarefas, exames, notícias, notificações, e aos importantes materiais de conteúdo do curso.
Além dos estudantes e aos educadores, o acesso ao site pode ser requerido também por colegas e visitantes, assim como é necessário providenciar acessos aos administradores, executivos, técnicos e outras pessoas que estarão trabalhando, mesmo perifericamente, com o curso. Os colegas de trabalho podem precisar demonstrar o site durante encontros, em conferências, e para consumidores em potencial. A pessoas que trabalham no curso, também precisam checar o site periodicamente para garantir sua manutenção.
Quanto à decisão de quem vai atualizar as informações dentro do site do curso, Porter coloca que os professores/instrutores que lidam com o curso devem determinar quando, quanto, e que tipo de material precisa ser atualizado, uma vez que eles estruturaram o conteúdo do curso. Eles podem ser também insertores de informações atualizadas no site Web. Contudo, trocas mais extensivas no design ou aumento no nível de qualidade dos sistemas relacionados e atualizações usualmente são completadas pelo pessoal técnico encarregado das instituições networks. Em qualquer tempo, os técnicos e professores/instrutores têm juntos a responsabilidade para atualizar as informações; eles trabalham em conjunto para prover novas informações e redesenhar o site com intervalos regulares, dependendo sobre qual necessidade devem atuar.
A instituição ou empresa provavelmente tem um direcionamento ou tarefas obrigatórias para delinear a responsabilidade para informação atualizada. Os tempos e modos de atualizar a informação devem ficar estabelecidos claramente, já que o site requer numerosas atualizações, não só no conteúdo, mas também no desenho (design).
Desta forma, é importante deixar bem claro a decisão sobre quem vai monitorizar e manter o site Web. Melhorar a efetividade do site e manter sua exatidão técnica são importantes tarefas, outra vez, este trabalhos devem ser feito pelos professores/instrutores e/ou técnicos. O site deve ser checado freqüentemente para garantir todos os elos (links), tanto internamente como externamente, por serem correntes e trabalhosos. Os links antigos devem ser apagados (deletados) ou mudados e novos links podem necessitar ser adicionados para refletir em novos sites Web ou acrescentar recursos que tenham se tornado úteis.
Estas e similares questões ajudam, por exemplo, a determinar os procedimentos e tipo de interação com alunos que serão requeridos para completar as atividades do curso. Além destas questões, segundo Royo (1998), também podem ser acrescentadas como vantagens a serem consideradas ao se ofertar aprendizagem pela Web, em relação a outras mídias: