6.2.3. ANÁLISE ERGONÔMICA DA ATIVIDADE
 
 

É o que o trabalhador, efetivamente, realiza para executar a tarefa. Ao realizar determinada tarefa o homem coloca em funcionamento mecanismos de adaptação e regulação que permitirão a sua realização. A análise ergonômica das atividades exige, além de bom senso, a definição de um método de abordagem da situação de trabalho. A definição de um método garante a objetividade da análise, permite a comparação com outros estudos realizados além de garantir o valor das deduções realizadas a partir dos resultados obtidos.
 
 

Levando-se em consideração as características do posto de trabalho em análise, onde as exigências que predominam são do tipo perceptiva e cognitiva, o método de análise ergonômica da atividade utilizado é o Método de Análise do Trabalho em Termos de Processos Cognitivos. A análise das atividades do homem no trabalho em termos de processos, cognitivos, é, sem dúvida, o método mais contemporâneo de análise ergonômica do trabalho (Fialho & Santos, 1995). Segundo esse enfoque, são estudados, geralmente, três aspectos:
 
 

6.2.3.1. PLANIFICAÇÃO PESSOAL DO TRABALHO
 
 

O estudo das atividades de planificação ocupa um papel importante na análise das atividades em termos cognitivos, podendo ser analisada a partir das etapas de Avaliação da Tarefa, Definição da Tarefa e Definição de Procedimentos.

6.2.3.1.1. AVALIAÇÃO DA TAREFA
 
 

O sistema de produção dos Postos em análise está caraterizado por:
 
 

Considerando as características acima definidas observou-se que os trabalhadores valem-se da liberdade oferecida para o posto de trabalho, tanto A quanto B, para imprimirem uma marca pessoal no jeito de realizarem as tarefas.
 
 

Deste modo, entende-se que:
 
 

No Posto A
 
 

Posto B
 
  Estas são apenas algumas das estratégias observadas, considerando-se o universo existente.
 
 
 
 

6.2.3.1.2. DEFINIÇÃO DA TAREFA
 
 

Para evidenciar a tarefa redefinida pelo operador durante o desenvolvimento de sua atividade, cabe ratificar que neste tipo de trabalho a instituição não especifica detalhes acerca dos objetivos a serem alcançados. Assim, os objetivos são colocados de forma global. Exemplo: No Posto B é esperado que o trabalhador atinja aproveitamento equivalente a 70% do conteúdo apresentado bimestralmente. Entretanto não é apresentado objetivos de produção diária nem semanal, quinzenal e nem mesmo mensal. Desta forma, o controle também é realizado bimestralmente através das avaliações. Há, portanto, um grau bastante elevado de liberdade quanto a forma de execução, quer para um ou outro posto.
 
 

Assim sendo, avalia-se que a melhor estratégia empregada para minimizar os desgastes e melhor atingir a produção é a diversificação.
 
 

No Posto A, cuja principal proposta é a de ensinar, o trabalhador redefine esta tarefa através de um ensino mais moderno, dinâmico, aberto ao diálogo, com plena utilização da liberdade, da pesquisa, das múltiplas escolhas, do respeito à individualidade e tenta desta forma escapar aos rigores do passado, onde prevalecia a tese do "Eu sei, você não"... "Eu ensino e você aprende", para com isto melhorar a produção e minimizar a problemática.
 
 

Considerando que neste posto se configura por um inter-relacionamento e complementaridade de papéis, o mesmo ocorre com o Posto B, onde seus titulares, também, se utilizam da estratégia da diversidade, para minimizarem os problemas encontrados no exercício de seu trabalho, durante a jornada.
 
 

A variação no Posto aparece claramente na grande variedade de recursos didáticos disponíveis, ou seja:
 
 

No Posto B constata-se a utilização de todas as modalidades acima, quer seja porque foram determinados ou porque voluntariamente optaram por algum recurso como forma de escapar ao cansaço e rotina, que eleva a baixa produtividade.
 
 
 
 

6.2.3.1.3. DEFINIÇÃO DE PROCEDIMENTOS
 
 

Conforme já foi explicitado, anteriormente, não há como haver a repetição fiel de uma atividade duas ou mais vezes, por isto cada aula acaba sendo única, pois é a conjunção de um professor, com um conteúdo específico à um grupo determinado, num curto espaço de tempo. Pode repetir o professor, ou o conteúdo, ou até mesmo o grupo alternadamente, mas não os três concomitantemente.
 
 

Por isso pré-determinar o procedimento utilizado em termos específicos de pré-definido é inviável.
 
 

O que se observa é que há um padrão geral de desempenho tanto para o Posto A quanto B que pode ser generalizado da seguinte forma:
 
 
 
 

Posto A
 
 

  1. O Professor seleciona um conteúdo previamente, de acordo com o programa existente, ou mesmo por solicitação do Posto B;
  2. Prepara a aula de forma estimada, ficando sujeitas às alterações, se necessárias;
  3. Dirige-se em dia e hora pré definido ao seu posto de trabalho;
  4. Realiza a saudação inicial e efetua a chamada (conferir presenças);
  5. Realiza uma breve introdução do conteúdo a ser ministrado naquela aula;
  6. Expõe a forma (o recurso didático escolhido) para aquele conteúdo (ex: distribui um texto);
  7. Operacionaliza de acordo com o recurso escolhido;
  8. Esclarece dúvidas, individualmente ou em grupo;
  9. Finaliza a aula.

 
 

Posto B
 
 

  1. Aguarda o titular do posto A;
  2. Responde as saudações iniciais;
  3. Ouve as instruções de forma mais atenciosa possível;
  4. Acata a proposta do professor e/ou realiza sugestões que podem ou não serem acatadas;
  5. Capta o conteúdo possível;
  6. Realiza os questionamentos que julgar esclarecedores de suas dúvidas, visando aumentar a produção;
  7. Executa as tarefas propostas e ou exigidas pelo professor;
  8. Quando requerido demonstra seu grau de conhecimento acerca do assunto em pauta;
  9. Efetua os registros e apontamentos que julga necessário para seu auxílio futuro;
  10. Finaliza.
Desnecessário ressaltar que esta é uma sistematização dos procedimentos sintéticos, cuja finalidade é dar uma idéia das inúmeras possibilidades existentes e que são diariamente utilizadas pelos 12 professores e 120 alunos.
 
 
 
 

6.2.4. DIAGNÓSTICO
 
 
 
 

A formulação do diagnóstico deve ser vista como uma síntese da análise ergonômica do trabalho. As hipóteses de trabalho formuladas e os dados levantados são fundamentais para o diagnóstico ergonômico. Este
 
 

diagnóstico diz respeito às patologias do sistema homem-tarefa que foi delimitado, dentro do qual intervêm fatores cuja natureza, modo de influência e as possibilidades de transformações, podem ser inferidos pelos conhecimentos em ergonomia (Fialho & Santos, 1995, p.209). É importante salientar que esta síntese ergonômica não procura definir as regras do trabalho contribuindo apenas para diagnosticar algumas condicionantes.
 
 

Levantado os dados sobre a situação de trabalho do Professor e Aluno, cabe fazer então uma descrição de forma sintética da realidade – o DIAGNÓSTICO.
 
 

Posto A
 
 

Quanto a tarefa do Professor foi observado:

  1. Há uma exigência grande quanto a utilização da voz;
  2. O fato de permanecer de pé na maior parte do tempo causa desconforto físico;
  3. Há uma centralização de responsabilidade com respeito ao desempenho dos ocupantes do posto B que contribui para o estresse mental;
  4. Em determinados períodos de trabalho, há uma grande solicitação por parte dos alunos o que o obriga a deslocar-se em grande quantidade, gerando cansaço e desgaste físico;
  5. O grande número de informações que o professor guarda na memória, bem como a permanente evocação de sua capacidade intelectual provoca desgaste mental;
  6. Freqüentemente necessita ampliar sua jornada de trabalho para a preparação de aulas e/ou correção de avaliações, ocupando espaços de seu tempo (como domingos e feriados) que deveriam ser utilizados para atividades pessoais e familiares, diminuindo seu tempo de repouso;
  7. A constante necessidade de aprimoramento e aperfeiçoamento deste posto gera um "contínuo estar trabalhando", ainda que involuntário, à medida que praticamente todos os estímulos do meio podem contribuir para esse desenvolvimento (cinema, teatro, televisão, conversas etc.), o que dificulta seu "afastamento" do trabalho (parada para descansar);
  8. A constante necessidade de aprimoramento pessoal gera outras atividades voluntárias extra posto, como por exemplo: ler livros, jornais, revistas, participar de cursos, palestras, seminários, congressos, simpósios, conferências, pesquisas diversas, etc.
  9. As exigências visual e digital, devido a utilização do micro causam cansaço;
  10. A falta de equipamentos mais modernos, em maior quantidade e mais disponíveis gera uma constante preocupação e necessidade de buscar alternativas para que seu trabalho não tenha problemas de continuidade;
  11. Ambiente físico fora dos padrões ergonômicos, em particular a mesa e cadeira, é o que mais contribui para seu desgaste físico;
  12. Às vezes o excesso de barulho provocado pelos alunos, obriga o professor a forçar ainda mais a voz, pois nessa situação passa a falar mais alto para ser ouvido e acatado;
  13. A falta de mais apoio logístico, ou seja, de livros, micros, papel xerox, etc. leva o professor a ter que buscar alternativas, muitas vezes precárias e que exigem mais esforço;
  14. A constante preocupação com a segurança física pessoal e dos alunos no que tange aos fios expostos no laboratório ( parte de trás dos micros), reivindica mais esforço;
  15. O fato de alguns periféricos (impressora matricial) estarem localizados dentro do laboratório, promove ruídos;
  16. A necessidade de deslocar o rack durante a aula nos diferentes cantos da sala para permitir visualização por parte dos alunos, requer esforço físico;
  17. A falta de recursos financeiros da instituição para permitir a participação em eventos de cunho científico dificulta o treinamento de desenvolvimento pessoal e profissional;
  18. A baixa condição de remuneração, em muitos casos, é a responsável por um outro vínculo profissional e que impede o recomendado repouso diário para a reposição das energias;
  19. A convocação por parte das chefias para desempenhar tarefas fora de seu Posto de trabalho, também causa sobrecarga (reuniões administrativas etc.);
  20. A existência de picos de trabalho (final de semestre) com acúmulos de avaliações a serem aferidas e atividades administrativas provocam um esforço extra nesses períodos;
  21. O absenteísmo é mínimo, não gerando dificuldades;
  22. A rotatividade de pessoal é zero e a estabilidade de emprego permitem uma tranqüilidade a curto prazo, facilitando a execução de sua tarefas;
  23. A liberdade profissional para criar e desenvolver o trabalho de forma mais conveniente contribui para o alívio das tensões;
  24. A troca de experiência humana e a vinculação bastante positiva com os ocupantes do posto B auxiliam a tornar o trabalho mais prazeroso;
  25. A existência de alguns vínculos não positivos com alguns ocupantes do posto B interferirem no desempenho tanto de um como de outro;
  26. A criatividade e a diversidade contribuem para a redução da rotina e diminuição do cansaço;
  27. Condições inadequadas de iluminação, especialmente durante o dia, gera reflexo nos monitores dificultando a visão;
  28. A falta de um lay-out que propicie trabalhos em grupos obriga o professor a ministrar mais aulas expositivas e centradas apenas na figura do professor.
Posto B
 
 
  1. As aulas teóricas, que são ministradas no laboratório geram desconforto físico ao aluno, que não dispõe sequer de uma carteira para escrever, pois no laboratório este espaço está ocupado com os computadores. Desta forma, às vezes, elaborar um programa de computador e/ou exercícios sem mesa torna-se desgastante;
  2. O fato de permanecer sentado na maior parte do tempo causa desconforto físico, dores na coluna e pernas;
  3. O grande número de informações que o aluno tem que guardar na memória, bem como a permanente evocação de sua capacidade intelectual provoca desgaste mental;
  4. Freqüentemente necessita ampliar sua jornada de trabalho para a preparação de exercícios e/ou prepara-se para as avaliações, ocupando espaços de seu tempo (como domingos e feriados) que deveriam ser utilizados para atividades pessoais e familiares, diminuindo seu tempo de repouso;
  5. Há exigências visual e digital, devido a utilização do microcomputador;
  6. A falta de equipamentos em maior quantidade faz com que dois ou mais ocupantes tenham que dividir um único equipamento, forçando uma postura inadequada;
  7. Ambiente físico fora dos padrões ergonômicos, em particular a mesa e cadeira é o que mais contribui para seu desgaste físico;
  8. Às vezes o excesso de barulho, provocado por outros alunos, obriga-o a forçar ainda mais a atenção e audição;
  9. A impressora está localizada dentro do laboratório e, por ser do tipo matricial, gera ruído;
  10. A necessidade de ler em um televisor com certa distância, (no rack), proporciona esforço visual e de atenção concentrada desnecessária;
  11. A falta de recursos financeiros da Instituição para promover eventos de cunho científico dificulta o treinamento e desenvolvimento;
  12. A existência de picos de trabalho (final de semestre) com acúmulos de avaliações ao qual é submetido provoca um esforço extra nesses períodos;
  13. A relativa liberdade profissional para criar e desenvolver os trabalhos da forma mais conveniente pode contribuir para aliviar as tensões;
  14. A troca de experiência humana e a vinculação bastante positiva com os ocupantes do posto B e do posto A auxiliam a tornar o trabalho mais agradável;
  15. Vínculos não positivos com alguns ocupantes do posto B, bem como com alguns ocupantes do posto A, podem interferir na produtividade tanto de um como de outro;
  16. A falta de ergonomia nos teclados prejudica as mãos;
  17. A criatividade e a diversidade contribuem para a diminuição da rotina;
  18. Condições inadequadas de iluminação, especialmente durante o dia, gerando reflexo nos monitores dificulta a visão;
  19. Os cabos dos computador do aluno sentado imediatamente atrás obriga a um constante cuidado, e menor movimentação da cadeira, a fim de evitar acidentes.

 
 

6.2.5. RECOMENDAÇÕES ERGONÔMICAS
 
 

Toda intervenção ergonômica objetiva a transformação da situação de trabalho analisada. A partir do diagnóstico das disfunções homem-tarefa propõe-se recomendações ergonômicas que permitem alcançar esta transformação. A consideração destas especificações pode-se atingir mais rapidamente, de uma forma mais segura e com um menor custo, os objetivos visados .
 
 

Foram realizadas avaliações ergonômicas de postos de trabalho informatizados. A partir dos resultados obtidos chegou-se a definir um conjunto de ações que possibilitarão a ergonomização dos postos de trabalho. Como conclusão da análise e com o objetivo de melhorar as condições de trabalho dos postos estudados, melhorar a qualidade do produto final e elevar a produtividade é que são sugeridas algumas recomendações, que são, também, resultados de pesquisa bibliográfica sobre o assunto. Tais recomendações interferem direta ou indiretamente sobre o posto.
 
 

A seguir, descrevemos algumas recomendações para os postos analisados:
 
 
 
 

6.2.5.1. QUANTO ÀS INSTALAÇÕES
 
 
 
 

Iluminação
 
 

Para evitar reflexos, as superfícies de trabalho, paredes e pisos, devem ser foscas e o monitor deve possuir uma tela anti-reflexiva. Evitar posicionar o computador perto de janelas e utilizar luminárias com proteção adequada.
 
 
 
 

Cores
 
 

Equilibrar as luminâncias usando cores suaves em tons mate. Os coeficientes de reflexão das superfícies do ambiente, devem estar em torno de: 80% para o teto; 15 a 20% para o piso; 60% para a parede (parte alta); 40% para as divisórias, para a parede (parte baixa) e para o mobiliário.
 
 
 
 

Temperatura
 
 

Como regra geral, temperaturas confortáveis, para ambientes informatizados, são entre 20 e 22 graus centígrados, no inverno e entre 25 e 26 graus centígrados, no verão (com níveis de umidade entre 40 a 60%).
 
 
 
 

Acústica
 
 

É recomendável para ambientes de trabalho que envolva atividade intelectua e atenção constantes; índices de pressão sonora inferiores a 65 dB(A). Por esse motivo recomenda-se o adequado tratamento do teto e paredes, através de materiais acústicos e a adoção de divisórias especiais, quando necessário.
 
 
 
 

Humanização do Ambiente
 
 

Sempre que possível humanizar o ambiente (plantas, quadros e, quando possível, som ambiente). Estimular a convivência social entre os atores envolvidos. Isto se traduz num aumento significativo da produtividade. O processo de socialização é muito importante para a saúde psíquica de quem irá atuar nele.
 
 
 
 

Redimensionamento do Ambiente
 
 

Redimensionar a área física do laboratório de acordo com a quantidade de alunos, de forma a garantir um espaço apropriado e confortável para cada um. Pode-se optar por aumentar a área do laboratório 3, reduzindo o número de alunos.
 
 
 
 

Lay-Out
 
 

Criar um lay-out para a distribuição das cadeiras de forma a privilegiar o trabalho em grupo e a integração social.
 
 
 
 

6.2.5.2. QUANTO AO MOBILIÁRIO E EQUIPAMENTOS
 
 
 
 

Conforto Visual
 
 

Para garantir o conforto visual recomenda-se manter o monitor entre 45 e 70 cm de distância, regulando sua altura, ao máximo, até sua linha de visão. Isto pode ser feito através de um suporte de monitor, ou pela utilização de mesas dinâmicas. Sempre que possível procure "descansar" a vista, olhando para objetos (quadros, plantas, aquários, etc.) e paisagens a mais de 6 metros.
 
 

Punho Neutro
 
 

Assim como a altura do monitor, a do teclado também deve ser regulável. Ajustando-o até que fique ao nível da altura dos cotovelos. Durante a digitação é importante que o punho fique neutro (reto). Deve-se, também, manter o teclado sempre na posição mais baixa , digitando com os braços suspensos ou use um apoio de punho.
 
 
 
 

Pés Apoiados
 
 

É importante que as pessoas possam trabalhar com os pés no chão. As cadeiras devem, portanto, possuir regulagens compatíveis com as da população em questão. Para o Brasil, o ideal seriam cadeiras com regulagem de altura a partir de 36 cm. Quando a cadeira não permite que a pessoa apoie os pés no chão, a solução é adotar um apoio para os pés, que serve para relaxar a musculatura e para melhorar a circulação sanguínea nos membros inferiores.
 
 
 
 

Descanso para as Costas
 
 

Com exceção de algumas atividades, as cadeiras devem possuir espaldar (encosto) de tamanho médio. Uma maior superfície de apoio, garante uma melhor distribuição do peso corporal, e um melhor relaxamento da musculatura. É recomendável, ainda, que as cadeiras não tenham braços (o apoio deve estar nas mesas, para garantir um apoio correto) e o revestimento deve ser macio e com forração em tecido rugoso.
 
 

Figura 04 – Recomendações – Equipamento e Mobiliário
 
 
 

6.2.5.3. DIVERSOS