
CAPÍTULO VIII : Saúde e Segurança no Trabalho
8.1. Doenças relacionadas com o Trabalho
Quando o ambiente de trabalho não é
adequado às características e funcionamento da máquina humana, colocando-a em
situações penosas, o que se pode observa é o surgimento de diferentes tipos de
doenças.
Cassou (1991) salienta que a relação
entre o trabalho e a saúde é complexa, destacando três situações principais.
A) Quando as condições de trabalho
ultrapassam os limites toleráveis do organismo, a probabilidade de provocar uma doença
no trabalhador é significativa. Neste caso, têm-se uma Doença Profissional que, no
sentido restrito, se define como uma doença devido a fatores (físicos, químicos e
biológicos) bem determinados do meio de trabalho. Ex: a exposição a um nível elevado
de ruído gera uma perda auditiva nos trabalhadores expostos.
B) O meio profissional pode também ter um
papel importante, porém, associado a outros fatores de risco do ambiente fora do trabalho
ou do modo de vida do trabalhador, gerando as doenças do trabalho. Diversos estudos
mostram a ocorrência de perturbações digestiva, do sono, do humor com os trabalhadores
em turnos alternados. Os horários deslocados; a dificuldade das tarefas efetuadas à
noite, no momento de menor resistência do organismo, podem influenciar o desenvolvimento
destas patologias.
Outros fatores, não profissionais, ligados
por exemplo ao patrimônio genético, ao estado de saúde ou aos hábitos de vida
(alcoolismo, tabagismo) têm também um papel importante na aparição e no progresso
destas doenças.
C) Quando o trabalho é bem adaptado ao
homem, Não só às suas atitudes e seus limites, mas também a seus desejos e seus
objetivos, ele pode ser um trunfo à saúde do trabalhador. Neste sentido, o trabalho nem
sempre significa algo patogênico. Ele é, muitas vezes, um poder estruturante em
direção a saúde mental. Ao dar ao trabalhador a oportunidade de se realizar em seu
trabalho, estar-se-á contribuindo para a sua satisfação e bem-estar.
Em resumo, com relação às doenças
profissionais existe uma relação direta de causa e efeito entre o fator de risco no
trabalho e a doença. Ao contrário, nos casos ligados à profissão, o fator de risco no
trabalho é somente um fator entre outros.
Neste sentido, considerando os autores
nacionais, bem como a legislação brasileira, assinala-se abaixo as definições
cabíveis.
8. 1.1. Doença Profissional
Definição:
As doenças profissionais decorrem da
exposição a agentes físicos, químicos e biológicos que agridem o organismo humano.
Essa simples conceituação permite imaginar a freqüência e a gravidade que devem
revestir as doenças profissionais. Todo trabalhador que sofrer uma intoxicação,
afecção ou infecção causado por estes agentes foi acometido por uma doença
profissional (Sobrinho, 1995).
Exemplos de doenças profissionais
a) As lesões por esforço repetitivo (LER)
O conjunto de doenças que atingem os
músculos, tendões e nervos superiores e que têm relação com as exigências das
tarefas, dos ambientes físicos e da organização do trabalho, é chamado de LER. São
inflamações provocadas por atividades de trabalho que exigem movimentos manuais
repetitivos durante longo tempo. As funções mais atingidas têm sido os datilógrafos,
digitadores, telefonistas e trabalhadores de linha de montagem.
Há diversas doenças geradas por esforços
repetitivos: tenossinovite, tendinite, síndrome do túnel de carpo. O projeto inadequado
do microcomputador, mas também do mobiliário em que o aparelho está inserido provoca
desconforto ao trabalhador. O formato do teclado, um apoio para os pulsos do digitador ou
um suporte para manter os pés firmes no chão, são fundamentais paro o conforto do
operador (Sell, 1995).
b)Perda auditiva
A perda auditiva é a mais freqüente
doença profissional reconhecida desde a Revolução Industrial, sendo provocada, na
maioria das vezes, pelos altos níveis de ruído.
c) Bissinose: ocorre com trabalhadores que
trabalham com algodão.
d) Pneumocarnose (bagaçose): ocorre com
trabalhadores com atividades na cana-de-açucar, as fibras da cana esmagada são
assimiladas pelo sistema respiratório.
e) Siderose: ocorre quando de atividades
desenvolvidas com limalha e partículas de ferro, para quem trabalha com o metal.
f) Asbestose: ocorre com trabalhadores que
trabalham com amianto, o que provoca câncer no pulmão.
Enfim existem inúmeras doenças
profissionais que irão se caracterizar de acordo com o risco, podendo causar vários
problemas ao organismo e até a morte. As doenças profissionais podem ser prevenidas
respeitando-se os limites de tolerância de cada risco, utilizando-se adequadamente os
equipamentos de proteção individual e com formas adequadas de atenuação do risco na
fonte (ou seja, maneiras de atacar as causas das doenças nas suas origens), por exemplo,
construindo uma parede acústica, caso haja nível elevado de ruído no ambiente de
trabalho.
8. 1.2. Doença do Trabalho
Definição:
As doenças do trabalho, segundo Sobrinho,
1995, são resultantes de condições especiais de trabalho, não relacionadas em lei, e
para as quais se torna necessária a comprovação de que foram adquiridas em decorrência
do trabalho. Portanto, no caso de doenças do trabalho, como nos demais fatores de
interferência da saúde, o trabalhador deve ser conscientizado sobre a importância de
preservar sua saúde. É preciso que ele esteja preparado ou predisposto a receber
orientações, utilizar os equipamentos de proteção individual e obedecer as
sinalizações e as normas que objetivam proteger a saúde.
Atualmente, estas doenças são
verificadas, com maior intensidade, nas empresas de pequeno e médio porte, situação que
é vivenciada em todos os países, pois os mesmos negligenciam a segurança e as
condições dos ambientes, levando os trabalhadores a desenvolverem doenças do trabalho
com maior freqüência.
Exemplos de doenças do trabalho
a) Alergias respiratórias provenientes de
locais com ar-condicionado sem manutenção satisfatória, principalmente limpeza de
filtros e dutos de circulação de ar.
b) Estresse
O estresse nada mais é do que a resposta
do organismo a uma situação de ameaça, tensão, ansiedade ou mudança, seja ela boa ou
má, pois o corpo está se preparando para enfrentar o desafio. Isto significa que o
organismo, em situação permanente de estresse, estará praticamente o tempo todo em
estado de alerta, funcionando em condições anormais.
A prevenção desta doença implica em
mudanças organizacionais e tratamentos individualizados. No plano organizacional
recomenda-se: incentivar a participação dos trabalhadores; flexibilidade dos horários;
redução dos níveis hierárquicos. Já no plano individual sugere-se: técnicas de
relaxamento; mudança na dieta alimentar e exercícios físicos (Dimenstein, 1993).
8.1.3. Algumas recomendações para
prevenir as doenças profissionais e do trabalho (Ribeiro et al, 1984; Dimenstein ,
1993 ).
8.2. Acidentes do Trabalho
8.2.1. Definições de Acordo com a
legislação vigente (Salem Neto, 1997)
Art. 131 da Constituição:
Acidente do trabalho -
ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, ou ainda, pelo exercício do
trabalho dos segurados especiais, provocando lesão corporal ou perturbação funcional,
podendo causar tanto a morte como a perda ou redução da capacidade para o trabalho
(temporária ou permanente).
Art. 132 da Constituição:
Consideram-se acidentes do trabalho as
seguintes entidades mórbidas:
I - doença profissional;
II - doenças do trabalho:
Não serão consideradas como doença do
trabalho:
a doença degenerativa;
a inerente a grupo etário;
a que não produz incapacidade laborativa;
a doença endêmica adquirida por segurados
habitantes de região em que ela se desenvolva, salvo comprovação de que é resultante
de exposição ou contato direto determinado pela natureza do trabalho.
Art. 133 da Constituição:
Equiparam-se também ao acidente do
trabalho:
I - o acidente ligado ao trabalho
não é causa única, mas contribuiu para a morte do trabalhador, redução ou perda da
sua capacidade para o trabalho, ou produzido lesão que exija atenção médica para a sua
recuperação;
II - o acidente sofrido pelo trabalhador no
local e no horário do trabalho;
III - a doença proveniente de
contaminação acidental do trabalhador no exercício de sua atividade;
IV - o acidente sofrido pelo trabalhador,
ainda que fora do local e horário de trabalho.
8.3. Aspectos gerais sobre acidentes do
trabalho
Conceição et al (1997) ressaltam que os
acidentes do trabalho revestem-se de grande importância por diversos fatores, que vão
desde o grande número de pessoas expostas até a possível gravidade dos mesmos,
resultando em incapacidade funcional temporária, permanente ou mesmo na morte do
trabalhador. Os acidentes do trabalho implicam em altos custos sociais: aposentadorias,
às vezes, precoces; indenizações; anos de vida perdidos; perda de familiares, entre
outros.
Segundo Machado (1994), quanto aos
acidentes totais, vários países do chamado primeiro mundo apresentam números maiores
que o Brasil, indicando, provavelmente, sistemas de registros mais apurados. Em primeiro
lugar, em números absolutos, figuram os EUA, seguido da Alemanha, onde mesmo o acidente
em trabalhador à procura de emprego é registrado. Em relação à taxa de incidência, a
Alemanha ocupa a primeira posição e a Espanha, a segunda. Países como a Inglaterra, EUA
e México situam-se antes do Brasil.
De acordo com a OIT, em 1995, enquanto o
crescimento da mão-de-obra empregada no Brasil foi de apenas 2,59%, os acidentes do
trabalho subiram 9,22% e as mortes aumentaram 23,7%. No total ocorreram 424.137 acidentes,
sendo 3.967 fatais. Esses dados da OIT colocam o Brasil no 10° lugar no ranking mundial
de acidentes laborais (Bevilacqua, 1997).
Conceição et al (1997) salientam que o
Brasil aparece como recordista mundial de mortes por acidentes do trabalho, segundo
avaliação da OIT. Os dados do INSS mostram que no Brasil, no período de 1990 a 1995,
ocorreram em média 513.456/ ano acidentes e doenças no trabalho, com 3.943 óbitos/ano
(Fundacentro, 1997).
Em Santa Catarina, o número de acidentes
(notificados) diminuiu de 29.500 em 1992 para 27.923 em 1996, enquanto a quantidade de
óbitos se manteve em torno de 160 mortes por ano. Somente no ano de 1996, segundo dados
do INSS, ocorreram 27.923 acidentes, sendo 22.531 típicos (no próprio local de
trabalho), 525 por doença e 1.575 de trajeto (a caminho do trabalho) (Bevilacqua, 1997).
8.3.1. Distribuição dos acidentes
do trabalho entre setores (internacional e nacional)
Nesta seção, mostrar-se-á dados
importantes de acidentes do trabalho no mundo e no Brasil, objetivando chamar a atenção
para tal problema. A tabela 1 mostra que o Brasil encontra-se numa posição preocupante
em relação aos outras países colocados, no que diz respeito as mortes de trabalhadores
em seus ambientes de trabalho.
Mortes de trabalhadores (a cada 10.000 acidentados) |
Brasil |
86, 4 |
Espanha |
20,7 |
Inglaterra |
16,3 |
Itália |
15,4 |
Canadá |
15,3 |
Dinamarca |
13,8 |
França |
13,7 |
Alemanha |
11,4 |
Finlândia |
9,7 |
EUA |
9,5 |
Bélgica |
8,8 |
Portugal |
6,9 |
Tabela 1: Óbitos em
ambientes de trabalho
Fonte: Anuário Estatístico da OIT (1994)
No Brasil, em 1966, os dados do INSS
apontaram os seguintes casos de óbitos entre as diferentes regiões :
Acidentes do trabalho em 1996 |
País e grandes regiões |
Anos |
Total |
Óbitos |
Brasil |
1994
1995
1996 |
358.289
414.048
428.072 |
3.126
3.967
5.538 |
Norte |
1994
1995
1996 |
3.275
5.627
5.627 |
72
128
191 |
Nordeste |
1994
1995
1996 |
14.472
21.023
26.897 |
425
557
906 |
Sudeste |
1994
1995
1996 |
282.376
334.069
292.473 |
1.916
2.554
3.041 |
Sul |
1994
1995
1996 |
49.862
43.727
91.337 |
518
518
994 |
Centro-Oeste |
1994
1995
1996 |
8.304
9.600
11.738 |
198
210
406 |
Distrito federal |
1994
1995
1996 |
1.095
2.245
2.415 |
18
49
62 |
Tabela 2: Acidentes do
trabalho em diferentes regiões brasileiras (Bossolan, 1997)
A região sudeste apresentou uma queda no
número total de acidentes do trabalho, de 334.069 em 1995 foi para 292.473 em 1996
(12,5%), mas o número de óbitos aumentou de 2.554 casos para 3.041 (19%).
As regiões Sul, Centro-Oeste, Nordeste e
Distrito Federal tiveram aumento na quantidade total de acidentes. A região Norte manteve
o mesmo valor de 1995, 5.627 casos. A região que mostra o maior índice de aumento de
acidentes do trabalho em 1996 é a Sul, com 109% de casos a mais em relação ao ano
anterior.
Do total de acidentes do trabalho ocorridos
em SC, em 1996, envolvendo 4699 empresas de ramos de atividades diferentes, foram
selecionados os que apresentam maior freqüência, conforme a tabela abaixo:
ATIVIDADE ECONÔMICA |
N. |
% |
Desdobramento de madeira |
977 |
5,30 |
Fabricação de móveis com predominância de madeira |
840 |
4,55 |
Edif. Resid. Ind. Comerc. Serv. Amp. Reforma |
775 |
4,20 |
Fabricação de peças fundidas de ferro e aço |
678 |
3,68 |
Abate de aves e peq. animais |
548 |
2,97 |
Fabricação de cabines, carrocerias. e reb. p/ outros veículos |
481 |
2,61 |
Fabricações de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar |
394 |
2,14 |
Abate de reses., Prep. de produção de carne |
381 |
2,07 |
Atividade de serviço relacionado com a agricultura |
365 |
1,98 |
Fabricação de produção de cerâmica não refratária p/ uso Est. Const. Civil |
361 |
1,96 |
Confecção de peças do vestuário |
332 |
1,80 |
Transporte rodoviário de cargas em geral |
316 |
1,71 |
Atividades organizacionais sindicais |
270 |
1,46 |
Total |
18444 |
100,00 |
Tabela 4: Acidentes do
trabalho em 1996 em SC, segundo o ramo de atividade.
Fonte: INSS (1996).
O número de acidentes do trabalho na
indústria madereira e nas serrarias no Planalto Serrano é preocupante. Somente no ano
passado, mais de 200 trabalhadores sofreram algum tipo de ferimento, normalmente com a
mutilação de algum dedo ou mesmo da mão inteira. A maior parte desses acidentes
acontecem em pequenas empresas, onde os critérios de segurança normalmente não são
seguidos. Nos setores de fabricação de móveis (madeira) e da construção continua
crescendo o número de acidentes do trabalho.
8.4. Causalidade
Para Iida (1992) os acidentes geralmente
resultam de interações inadequadas entre o homem, a tarefa e o seu ambiente.
Quando da ocorrência de um acidente do
trabalho de grande monta, ouve-se, freqüentemente, a expressão "o acidente foi
causado por erro humano". Wisner (1991) afirma que este pensamento está equivocado.
A ocorrência dos acidentes está ligada a várias causas, dificilmente a uma única, por
isso, utiliza-se, habitualmente, o método da árvore de causas para avaliar a ocorrência
de acidentes do trabalho. As causas dos acidentes, freqüentemente, têm três
componentes: organizacional, tecnológico e humano. Neste sentido, seria falso acreditar
que somente o operador comete os erros. Wisner coloca que se viveu durante anos sobre a
grande ilusão que o dispositivo técnico era um suporte infalível. Hoje se sabe que, por
mais complexo que seja o dispositivo técnico, eles também pode apresentar falhas.
A complexidade dos sistemas deve respeitar
as capacidades do cérebro humano. Quando do funcionamento normal, não ocorre nenhum
problema, mas quando ocorrem disfunções no sistema, há uma propagação rápida das
perturbações e, pela complexidade das combinações, o operador pode ter dificuldade de
localizar as suas origens. O autor salienta, ainda, que não se pode prever todos os
acidentes, nem todas as reações dos operadores. Mas, deve-se colocar todas as
condições ótimas de segurança e de prevenção para os operadores.
Cita-se abaixo algumas causas importantes
responsáveis pela ocorrência de acidentes (ANACT, 1981) :
Causas relacionadas às máquinas e aos
produtos
máquinas e equipamentos
. inadequados aos usuários;
. sem manutenção;
. utilizados em condições não previstas;
produtos
. produtos tóxicos;
. produtos radioativos;
. produtos químicos.
Causas relacionadas ao ambiente
. trabalho em alturas (construção civil);
. trabalho em profundezas (minas
subterrâneas);
. trabalho submarino (plataforma de
petróleo);
. trabalho em ambiente ruidoso;
. trabalho em temperaturas extremas;
. trabalho em ambiente com deficiência
lumínica;
. trabalho com ferramentas vibrantes;
. trabalho em atmosfera poluída.
Causas relacionadas à organização do
trabalho
. horários;
. trabalho em turnos;
. cadências elevadas;
. salários;
. comunicação difícil entre os
diferentes níveis hierárquicos.
Causas relacionadas ao indivíduo
. fadiga devido a uma sobrecarga física e
mental;
. envelhecimento;
. formação e treinamento insuficiente;
. problemas sociais.
Segundo o Manual de Capacitação dos
trabalhadores da Construção Civil (1997), os acidentes ocorrem devido à:
. falta de conscientização dos riscos de
serviço e das formas de evitá-los (engenheiros e operários);
. falta de atenção;
. falta de conhecimento do trabalho que
deve ser feito;
. falta de equipamentos de proteção
individual e coletivo;
. falta de treinamento e informação;
. falta de organização;
. excesso de confiança;
. máquinas e equipamentos com defeitos.
8.5. Programas de apoio à prevenção
de acidentes do trabalho:
COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE
ACIDENTES (CIPA encontra-se na CLT, regulamentada pela Portaria
3214/78-NR5).
Obrigatoridade: Toda a empresa
privada ou pública, que tenham empregados regidos pela CLT.
Objetivos da CIPA:
Observar e relatar as condições de
riscos nos ambientes de trabalho;
Solicitar medidas para reduzir ou eliminar
os riscos existentes;
Discutir os acidentes ocorridos,
encaminhando ao SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do
Trabalho) (se houver) e ao empregador o resultado da discussão e solicitar medidas
preventivas.
Orientar os demais trabalhadores quanto a
prevenção de acidentes.
Investigar as causas de circunstâncias dos
acidentes e doenças ocupacionais;
Promover anualmente a SIPAT (Seminários
Internos de Prevenção de Acidentes do Trabalho);
Realizar inspeções de segurança.
b) PROGRAMA DE CONTROLE MÉDICO DE SAUDE
OCUPACIONAL PCMSO (NR 7)
objetivo principal: a promoção e
preservação da saúde dos trabalhadores.
c) PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS
AMBIENTAIS PPRA (NR 9)
objetivo principal: a preservação
da saúde e da integridade dos trabalhadores, considerando a proteção do meio ambiente e
dos recursos naturais.

d) PROGRAMA DE CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE
DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO - PCMAT. N.R.18/3214
objetivo principal: definir medidas
de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos, nas condições e no meio
ambiente de trabalho na Indústria de Construção (20 trabalhadores)
8.5. Referência bibliograficas
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L'Amelioration des Conditions de Travail). Conditions de Travail et Sécurité. Fiche 2,
Juillet/1981.
ANUÁRIO ESTATÍSTICO DA OIT. 1994.
BEVILACQUA, V. Santa Catarina registra
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(Seção IV - Acidentes de Trabalho. Texto explicativo. Capítulo 33 - Acidentes de
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http://www.infocid.pt/Infocid/804_1.htm
(SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO. ACIDENTES DE TRABALHO, Mar/98).
http://www.prt15.mpt.gov.br/publicacao/segurm.html
(Ministério Público do Trabalho. Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região.
SEGURANÇA E MEIO AMBIENTE DO...).
http://www.aipa.pt/saude01z.html ( Riscos de
doenças profissionais na produção de fibrocimento devidos ao amianto).