Tese submetida à Universidade Federal de Santa Catarina para
a obtenção do título de Doutor em Engenharia de Produção.
ANTONIO CEZAR BORNIA
ORIENTADOR: FRANCISCO JOSÉ KLIEMANN NETO, DR.
Florianópolis, março de 1995
MENSURAÇÃO DAS PERDAS DOS PROCESSOS PRODUTIVOS:
UMA ABORDAGEM METODOLÓGlCA DE CONTROLE INTERNO
ANTONIO CEZAR BORNIA
Esta tese foi julgada adequada para a obtenção do título
de
DOUTOR EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
e aprovada em sua forma final pelo programa de Pós-Graduação.
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Prof. Osmar Possamai, Dr.
Coordenador do curso
BANCA EXAMINADORA :
Prof. Francisco José Kliemann Neto, Dr.
Orientador
Prof. Israel Brunstein, Dr.
Examinador externo
Prof. Masayuki Nakagawa, Dr.
Examinador externo
Prof. Paulo Maurício Selig, Dr.
Prof. Bruno Hartmut Kopittke, Dr.
Prof. Luiz Fernando Jacinto Maia, Dr.
Moderador
PARTE I) INTRODUÇÃO
Capítulo 1 - Definição do trabalho
1.1)
O Novo Ambiente Competitivo
1.2)
Os Sistemas De Gestão E De Controle
1.3)
A Necessidade Da Mensuração Das Perdas
1.4)
Objetivos
1.5)
Justificativa
1.6)
Estrutura
1.7)
Método De Trabalho
1.8)
Limites
Capítulo 2 - A EMPRESA MODERNA
2.1)
INTRODUÇÃO
2.2)
CARACTERÍSTICAS DA EMPRESA MODERNA
2.2.1) Melhoria Contínua e
Eliminação das Perdas
2.2.1.1) Lotes de Produção
Pequenos
2.2.1.2) Baixos Estoques
2.2.1.3) Fluxo Contínuo
de Materiais
2.2.2) Filosofia da Qualidade Total
2.3)
PERDAS
2.3.1) Trabalho e Perdas
2.3.2) Tipos de Perdas
Capítulo 3 - A CONTABILIDADE DE CUSTOS TRADICIONAL
3.1)
INTRODUÇÃO
3.2)
OBJETIVOS DOS SISTEMAS DE CUSTOS
3.3)
DEFINIÇÕES BÁSICAS
3.4)
CLASSIFICAÇÃO DE CUSTOS
3.4.1) Critério pela Variabilidade
3.4.2) Critério pela Facilidade
de Alocação
3.4.3) Critério pelo Auxílio
a Tomadas de Decisões
3.5)
PRINCíPlOS DE CUSTEIO
3.6)
CONTROLE DAS PERDAS
3.7)
PRINCIPAIS MÉTODOS DE CUSTOS TRADICIONAIS
3.7.1) Método do custo padrão
3.7.2) Método dos Centros
de Custos
3.8)
DEFICIÊNCIAS DOS SISTEMAS TRADICIONAIS DE AVALIAÇÃO
DO DESEMPENHO EM AMBIENTES MODERNOS
3.8.1) Rateio dos CIF por MOD
3.8.2) Uso Intensivo da Contabilidade
Financeira
3.8.3) Ênfase no Custeio Direto
nas Tomadas de Decisões
3.8.4) Falha na Identificação
de Melhorias Potenciais e Perdas do Processo
PARTE II) SISTEMAS DE CUSTOS ADAPTADOS AO ATUAL AMBIENTE COMPETITIVO
Capítulo 4 - CUSTEIO POR ATIVIDADE (ABC)
4.1)
INTRODUÇÃO
4.2)
CUSTOS DE COMPLEXIDADE
4.3)
DIRECIONADORES DE CUSTOS ("COST DRIVERS")
4.4)
PRINCÍPIOS DE CUSTEIO
4.5)
EXEMPLO ILUSTRATIVO
4.5.1) Método Tradicional
4.5.2) Custeio por Atividade
4.5.3) Comparação dos
Resultados
4.6)
CONSIDERAÇÕES SOBRE O ABC
Capítulo 5 - O MÉTODO DA UNIDADE DE ESFORÇO DE PRODUÇÃO
5.1)
HISTÓRICO
5.2)
NOÇÕES INICIAIS
5.3)
A UNIFICAÇÃO DA PRODUÇÃO PELA UEP
5.4)
A DETERMINAÇÃO DOS ESFORÇOS DE PRODUÇÃO
5.5)
OS PROCEDIMENTOS DO MÉTODO DA UEP
5.5.1) Divisão da Fábrica
em Postos Operativos
5.5.2) Cálculo dos índices
de Custos
5.5.3) Escolha do Produto Base
5.5.4) Cálculo dos Potenciais
Produtivos
5.5.5) Determinação
dos Equivalentes dos Produtos
5.6)
A OPERACIONALIZAÇÃO
5.6.1) Mensuração da
Produção
5.6.2) Cálculo dos Custos
de Transformação
5.6.3) Medidas de Desempenho
5.7)
O MÉTODO DA UEP FACE AS NECESSIDADES DA EMPRESA MODERNA
5.7.1) Simplicidade
5.7.2) Medidas Físicas
5.7.3) Linguagem Comum
5.7.4) Dificuldade no Tratamento
das Perdas
5.7.5) Não Identificação
das Melhorias
5.7.6) Deficiência na Análise
das Despesas de Estrutura
5.7.7) Identificação
com o Custeio Integral
Capítulo 6 - A CONTABILIDADE DA TEORIA DAS RESTRIÇÕES (THROUGHPUT ACCOUNTING)
6.1)
INTRODUÇÃO
6.2)
NOÇÕES BÁSICAS DA TOC
6.3)
A CRÍTICA À CONTABILIDADE DE CUSTOS
6.4)
AS MEDIDAS UTILIZADAS PELA TOC
6.5)
EXEMPLO
6.6)
COMENTÁRIOS A CONTABILIDADE DA TOC
Capítulo 7 - A CONTABILIDADE JAPONESA
7.1)
INTRODUÇÃO
7.2)
CARACTERÍSTICAS DA CONTABILIDADE JAPONESA
7.2.1) Target Cost
7.2.2) Maior Enfoque no Longo Prazo
7.2.3) Overhead
7.3)
COMENTÁRIOS
Capítulo 8 - COMPARAÇÃO ENTRE OS SISTEMAS DE CUSTOS
8.1)
COMPARAÇÃO ENTRE OS PRINCÍPIOS DE CUSTEIO
8.2)
COMPARAÇÃO ENTRE OS MÉTODOS DE CUSTOS
8.3)
CONCLUSÃO
PARTE III) PROCEDIMENTOS PARA MENSURAÇÃO DAS PERDAS
Capítulo 9 - ESTRUTURA
GERAL DO SISTEMA PROPOSTO
9.1)
PRINCIPIO
9.2)
MÉTODOS
9.2.1) Custos de Matéria-Prima
9.2.2) Despesas de Estrutura
9.2.3) Custos de Transformação
9.3)
RESUMO DO SISTEMA
Capítulo 10 - UMA SISTEMÁTICA PARA MENSURAÇÃO DAS PERDAS COM A UTILIZAÇÃO DO ABC
10.1)
INTRODUÇÃO
10.2)
A METODOLOGIA PROPOSTA
10.3)
A MENSURAÇÃO DAS PERDAS
10.4)
DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE
10.5)
OBSERVAÇÕES
Capítulo 11 - UMA SISTEMÁTICA PARA MENSURAÇÃO DAS PERDAS ATRAVÉS DO MÉTODO DA UEP
11.1)
INTRODUÇÃO
11.2)
AS MODIFICAÇÕES PROPOSTAS
11.3)
EXEMPLO ILUSTRATIVO
Capítulo 12 - DEFINIÇÃO DE INDICADORES PARA ANÁLISE DOS RESULTADOS DO SISTEMA PROPOSTO
12.1)
INDICADORES DE PERDAS
12.1.1) Parcela Efetiva (PE)
12.1.2) Parcela Adicional (PA)
12.1.3) Parcela de Perdas (PP)
12.1.4) Parcela das Perdas por
Espera, ou Ociosidade (OC)
12.1.5) Parcela das Perdas no Movimento,
ou Ineficiência (IN)
12.1.6) Parcela das Perdas por
Transporte (TR)
12.1.7) Parcela das Perdas por
Produção Defeituosa (PD)
12.2)
ANÁLISE DOS INDICADORES
12.3)
REDUÇÃO DAS PERDAS E MELHORIA CONTÍNUA
Capítulo 13 - ANÁLISES DA APLICAÇÃO DO SISTEMA PROPOSTO EM ALGUMAS SITUAÇÕES PRÁTICAS
13.1)
EMPRESA A
13.1.1) ABC
13.1.2) Método da UEP
13.2)
EMPRESA B
13.2.1) ABC
13.2.2) Método da UEP
13.3)
EMPRESA C
Capítulo 14 - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
14.1)
CONCLUSÕES
14.2)
RECOMENDAÇÕES
ANEXO A - SEPARAÇÃO ENTRE CUSTOS FIXOS E VARIÁVEIS NO ABC
ANEXO B - EFEITO DA OCIOSIDADE NOS
RESULTADOS DO MÉTODO DA UEP
1)
MODELAGEM
2)
RESULTADOS DO MÉTODO NO NÍVEL MÁXIMO DE ATIVIDADES
3)
RESULTADOS EM OUTRO NÍVEL DE ATIVIDADES
4)
SOLUÇÃO PELA DIVISÃO DOS POTENCIAIS EM FIXOS E VARIÁVEIS
ANEXO C - A FUSÃO DE POSTOS
OPERATIVOS NO MÉTODO DA UEP
1)
A FUSÃO DE POSTOS OPERATIVOS
2)
A DETERMINAÇÃO DO POTENCIAL PRODUTIVO
3)
A CAPACIDADE
4)
A UNIFICAÇÃO DOS TEMPOS
Tabela 1 - Valor presente
dos investimentos e retornos relacionados com a melhoria da qualidade do
processo.
Tabela 2 - Gastos de dois
períodos em uma empresa fictícia
Tabela 3 - Gastos de dois
períodos em uma empresa fictícia
Tabela 4 - Exemplo fictício
sobre a produção e custos de uma empresa
Tabela 5 - Detalhamento dos
CIF e outras informações
Tabela 6 - Resultados do
ABC e sistema tradicional
Tabela 7 - Número
de produtos fabricados nos meses de setembro, outubro e novembro pela empresa
IMAGINA
Tabela 8 - Custos unitários
dos produtos P1, P2 e P3 da empresa IMAGINA nos meses de setembro, outubro
e novembro
Tabela 9 - Características
dos princípios de custeio
Tabela 10 - Características
dos métodos de custeio
Tabela 11 - Custos relacionados
à atividade de compra no mês
Tabela 12 - Dados sobre a
operação de usinagem no mês
Tabela 13 - Custos do mês
para a operação de usinagem
Tabela 14 - Distribuição
dos custos (em $) aos postos operativos
Tabela 15 - Foto-índices
dos postos operativos (em $/h)
Tabela 16 - Potenciais produtivos,
classificados em fixos e variáveis (em UEP/h)
Tabela 17 - Potenciais produtivos
dos postos operativos produtivos no modo operação, classificados
em efetivos e adicionais (em UEP/h)
Tabela 18 - Tempos de passagem
pelos postos operativos (em horas)
Tabela 19 - Equivalentes
dos produtos em UEP
Tabela 20 - Informações
sobre as atividades da empresa num dado período
Tabela 21 - UEPs não
produzidas por ociosidade
Tabela 22 - Trabalho efetivo
e perdas do período
Tabela 23 - Alocação
de custos às atividades da filial I (empresa A)
Tabela 24 - Potenciais produtivos
da empresa A, em UEP/h, separados em fixos/variáveis e efetivos/adicionais
Tabela 25 - Informações
da empresa A para um mês fictício
Tabela 26 - Resultados obtidos
pela aplicação do método da UEP na empresa A
Tabela 27 - Indicadores de
perdas do período
Tabela 28 - Planilha de despesas
dos setores da empresa B (US$)
Tabela 29 - Detalhamento
das atividades do departamento de vendas da empresa B, em %
Tabela 30 - Detalhamento
das atividades do departamento de vendas da empresa B, em US$
Tabela 31 - Potenciais produtivos
da empresa B, originais e revistos
Tabela 32 - Potenciais produtivos
da empresa B, divididos em fixos e variáveis
Tabela 33 - Custos indiretos
e horas-máquina em um centro de atividades durante 12 meses