CENTRO TECNOLÓGICO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA
DE PRODUÇÃO
ANTEPROJETO INDUSTRIAL: DAS ESTRATÉGIAS
EMPRESARIAIS À ENGENHARIA
Tese submetida à Universidade Federal de Santa Catarina
para
obtenção do título de Doutor em Engenharia
NELSON CASAROTTO FILHO
FLORIANÓPOLIS, JUNHO DE 1995.
Esta tese foi julgada adequada para a obtenção do título
de "Doutor em Engenharia" e aprovada em sua forma final pelo Programa de
Pós-Graduação em Engenharia de Produção.
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Prof. Osmar Possamai
Coordenador do Curso
Banca Examinadora:
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Prof. Bruno Hartmut Kopittke, Dr.
Orientador
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Prof. Antonio Diomário de Queiróz, Dr.
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Prof. Sérgio Ronaldo Granemann, Dr.
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Prof. Joaquim José Barbosa Romero, Ph.D.
Examinador Externo
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Prof. António Maria Vieira Paisana, Ph.D.
Examinador Externo
À UFSC, por ter proporcionado os cursos de Mestrado e Doutorado e concedido licença para o estágio em Portugal;
Ao BRDE pelo apoio técnico, ensinamentos práticos e ter concedido a licença para o estágio em Portugal;
À CAPES, pelo apoio financeiro ao estágio em Portugal;
À Universidade do Minho e aos professores do Departamento de Produção e Sistemas pela excelente infraestrutura física e acolhida humana proporcionada no estágio em Portugal;
À NTS, pelas horas concedidas para cursar as disciplinas, no início do curso, durante o período em que lá trabalhei;
Ao Professor Kopittke, orientador, colega e amigo, pelo apoio já desde os tempos do mestrado;
Ao Professor Romero pela sua sábia orientação no estágio em Portugal;
Aos demais membros da banca final, Professores Queiróz, Granemann e Paisana pela paciência de terem analisado o trabalho e pelas suas valiosas observações; aos Professores Neri, Rabah e Fleury, pelas contribuições no Exame de Qualificação; ao Prof. Ninov pela moderação na defesa e ao Professor Castro pelo apoio em Florianópolis durante o estágio externo;
Aos funcionários das empresas analisadas, pelo tempo dedicado às entrevistas bem como aos alunos do mestrado que me ajudaram no desenvolvimneto e na aplicação do modelo;
A Rosangela, Guilherme, Laura, Marcela, pais, sogros, Ricardo, família em geral e amigos pelo apoio e torcida pelo sucesso;
Graças por ter dado tudo certo!
1.1 - A Problemática a Abordar
1.4 - Desenvolvimento e Metodologia
CAPÍTULO 2:
A VISÃO ATUAL SOBRE ANTEPROJETOS
2.1 - As Etapas de um Empreendimento Industrial
2.2 - O Anteprojeto Industrial
2.3 - Metodologias para a Elaboração de Anteprojetos
2.4 - A Utilização de Anteprojetos no Brasil
2.5 - Um Estudo Amostral sobre a Utilização Prática de Anteprojetos
CAPÍTULO 3:ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS E OS "INPUTS" PARA O ANTEPROJETO
3.1 - Planejamento Estratégico
3.2 - Estratégias Empresariais
3.3 - Um Modelo para Análise Estratégica
3.4 - Resumo dos "Outputs" da Análise Estratégica - O Mix-Estratégico
3.5 - Mudanças Culturais / Organizacionais e Mudanças
Físicas e a Ótica da Reengenharia
CAPÍTULO 4:O DESENVOLVIMENTO DE UM NOVO MODELO PARA A ELABORAÇÃO DE ANTEPROJETOS
4.1 - A Identificação das Decisões Estratégicas
4.2 - O Processo: Das Estratégias aos Parâmetros do Projeto
4.3 - As Pré-Definições de Mercado
4.5 - As Pré Definições de Logística/Localização das Operações
4.6 - A Programação da Implantação
4.7 - Investimentos, Custos, Recursos e Análise Econômico-Financeira
CAPÍTULO 5: APLICAÇÃO PRÁTICA DO MODELO PRESCRITIVO
5.2- Apresentação e Histórico da Empresa
5.3- Resultados da Análise Estratégica
5.4- Reconfiguração do Empreendimento
5.5- Conclusões da Aplicação Prática
CAPÍTULO 6: CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES
6.1 - Conclusões sobre o Trabalho Desenvolvido
6.2 - Recomendações para Trabalhos Posteriores na Área
APÊNDICE A - ENGENHARIA BÁSICA E OS "OUTPUTS" DO ANTEPROJETO
A.1 - Os Objetivos da Engenharia Básica
A.2 - Os Componentes da Engenharia Básica
A.3 - Os "Inputs" para a Engenharia Básica
ANEXO 1 - Dados da Amostra de 43 Empresas Apoiadas pelo BRDE(em US$1000)
ANEXO 2 - Questionário para Entrevista às Empresas
ANEXO 3 - Resultados da Análise Econômico-Financeira Efetivada Pelo Modelo Computacional
ANEXO 4 - Disquettes com planilhas em Excel
Figura 1.1: Relação entre gastos nas etapas de empreendimentos industriais.
Figura 1.2: Demonstrativo da relação de Benefício/Custo dos gastos no Anteprojeto para um hipotético ganho de 5% nos investimentos e nas receitas, e de 1% de melhoria absoluta no índice de lucratividade.
Figura 2.1: Etapas de um Empreendimento Industrial.
Figura 2.2: O processo do empreendimento industrial sob a ótica de empresas voltadas ao produto. Fonte: adaptado de Hammer e Champy com base na Texas Instruments.
Figura 2.3: Metodologia tipo "passo a passo" para Anteprojetos. Adaptado de Holanda(93).
Figura 2.4: Metodologia tipo "Árvore de Alternativas" para Anteprojetos (fonte: deste autor).
Figura 3.1: Um modelo sintético para o Planejamento Estratégico. Fonte: adapatado de Vasconcelos (185).
Figura 3.2: O processo de Determinação das Estratégias.
Figura 3.3: O MIX ESTRATÉGICO Global da UEN.
Figura 3.4: Modelo para Análise Ambiental Externa.
Figura 3.5: Modelo de análise de Competitividade de Porter. Fonte: Porter (149).
Figura 3.6: Modelo de Análise de Competitividade Ampliado. Elaboração do autor desta tese.
Figura 3.7: Resumo da Metodologia para a Análise Ambiental Externa.
Figura 3.8: Fluxograma para a Análise Ambiental Interna.
Figura 3.9: Retorno do Investimento x Parcela de Mercado segundo Porter. Fonte: Porter (149).
Figura 3.10: Estratégias quanto à competitividade.
Figura 3.11: Gráfico Retorno do Investimento x Parecla de Mercado x Opções de Estratégias Competititvas.
Figura 3.12: Matriz Produto / Mercado de Ansoff. Fonte: Ansoff (8).
Figura 3.13: Matriz BCG. Fonte: Porter (149).
Figura 3.14: Quadro de análise das estratégias em função dos fatores de competitividade.
Figura 3.15: Fluxograma para definição do Mix-Estratégico a partir do quadro de avaliação das estratégias para os fatores de competitividade.
Figura 3.16: Árvore de Possibilidades Estratégicas Globais da Uen.
Figura 3.17: Modelo de determinação do tipo de mudança. Fonte: adaptado de Strebel (173).
Figura 3.18: Output Mínimo de uma Análise Estratégica.
Figura 3.19: Fluxograma das etapas do projeto e suas implicações estratégicas para mudanças culturais e físicas.
Figura 3.20: Modelo de Nadier para Análise Organizacional. Fonte: Nadler e Tushman (137).
Figura 3.21: Modelo de Strebel para escolha do Tipo de Mudança. Fonte: Strebel (173).
Figura 4.1: Fluxograma das etapas do projeto e suas implicações estratégicas para mudanças culturais / organizacionais e físicas.
Figura 4.2: O Planejamento Estratégico do Orçamento de Capital (traduzido de Hegeman[87]).
Figura 4.3: "Output Mínimo de uma Análise Estratégica".
Figura 4.4: Árvore de Possibilidades Estratégicas Globais da UEN.
Figura 4.5: Integração entre Estratégias e Anteprojeto.
Figura 4.6: Tipos de Estudos de Mercado e níveis gerenciais.
Figura 4.7: Objetivos do Estudo de Mercado.
Figura 4.8: Esquema Básico da Análise de Filière. Fonte: Kopittke (105).
Figura 4.9: Metodologia para o Estudo de Mercado.
Figura 4.10: Relacionamentos do Estudo do Sistema Produtivo com Análise Estratégica, Anteprojeto e Engenharia Básica.
Figura 4.11: Relacionamento da Estratégia de Produção com Estratégias Globais e Estudo de Mercado.
Figura 4.12: Curvas dos ciclos de vida do produto e do processo. Fonte: Hayes e Wheelwright (84).
Figura 4.13: Matriz Produto/Processo e exemplos de posicionamento. Fonte: Hayes e Wheelwright (84).
Figura 4.13b: Opções de crescimento na Matriz Produto/Processo.
Figura 4.14: Pontos a analisar na escolha do processo.
Figura 4.15: Sistemas Produtivos Industriais
Figura 4.16: Curvas de Inovação. Fonte: Hayes e Wheelwright (84).
Figura 4.17: Exemplos de Estratégias de Inovação.
Figura 4.18: Curva de Custos Unitários x Capacidade de Produção.
Figura 4.19: Representação das curvas de custos e receitas em função da utilização da capacidade.
Figura 4.20: Ambiente de Análise de Tecnologia.
Figura 4.21: Metodologia para a Opção de Tecnologia e de Fatores de Produção.
Figura 4.22: Sistema por Produto ou Operações em Linha.
Figura 4.23: Sistem por processos (seções).
Figura 4.24: Sistema por células.
Figura 4.25: Componentes de Caracterização do Processo Produtivo.
Figura 4.26: Síntese das relações Processo Produtivo x Análise do Investimento.
Figura 4.27: Logística e Anteprojeto.
Figura 4.28: Influência de Estratégias e Políticas na Logística.
Figura 4.29: Roteiro para o Estudo da Logística.
Figura 4.30: Metodologia para o estudo da macro-localização das operações.
Figura 4.31: Modelo para Análise Quantitativa.
Figura 4.32: Metodologia de Inventário para determinação da micro-locaização. Fonte: Adaptado de Campos (32).
Figura 4.33: Fluxo de Operações para Análise Econômico-Financeira.
Figura 4.34: Modelo de planilha para Análise de Projetos Industriais.
Figura 4.35: Representação de fluxos de caixa.
Figura 4.36: Quadro para cálculo da Capacidade de Pagamento.
Figura 4.37: Etapas de Decisão para Estratégia e Anteprojeto.
Figura 4.38: Função de tipo V-Indiferença, Preferência Linear e Preferência Absoluta para critérios no método Promethee.
Figura 4.39: Exemplo de árvore de decomposição para o método AHP.
Figura 4.40: Metodologia para a Análise de Portfólio.
Figura 4.41: Modelo de Wind e Mahajan para o método AHP. Fonte: Dettmer (55).
Figura 4.42: Metodologia para a Análise de Portfólio (modelo ampliado).
Figura 4.43: Fluxograma para o processo das estratégias à decisão final.
Figura 5.1: Árvore de Possibilidades Estratégicas Globais e Mix Sugeridos.
Figura 5.2: Indicação do desenvolvimento na matriz produto/processo.
Figura A.1: Engenharia Básica e o Fluxograma do Empreendimento.
Figura A.2: Fluxograma das etapas da Engenharia Básica.
Figura A.3: Diagrama de fluxo de dados para a Engenharia Básica.
Quadro 2.1: Comparação de Denominações em Projetos (Fonte: Jones (97) com adaptações).
Quadro 2.2: Síntese dos dados da pesquisa.
Quadro 2.3: Síntese das Informações Colhidas nas Empresas.
Quadro 3.1: Modelo de Matriz de Blocos Comportamentais.
Quadro 3.2: Questionário para a Análise do Meio-Ambiente, adaptado e ampliado a partir de modelo de Aacker (1).
Quadro 3.3: Roteiro para Análise Ambiental Interna. Fatores Diretos e Indiretos de Competitividade.
Quadro 3.4: Modelo de planilha para a análise das estratégias de competitividade.
Quadro 3.5: Situações de opções de Estratégias quanto a Utilização dos Meios.
Quadro 5.1: Localização dos mercados de tintas industriais na Região Sul.
Quadro 5.2: Projeção de receitas.
Quadro A.1: Componentes de um Projeto Básico.