UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA
COORDENADORIA DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO
EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO







TESE DE DOUTORADO






UM SISTEMA INTELIGENTE DE SIMULAÇÃO PARA A AVALIAÇÃO
DE DESEMPENHO
OPERACIONAL DE SISTEMAS FLEXÍVEIS DE MANUFATURA








DOUTORANDO
PAULO JOSÉ DE FREITAS FILHO





ORIENTADOR
CRISTIANO A. J. CUNHA, Dr





À minha mulher Branca e às minhas filhas Mariana e Manuela por todo o amor, apoio e incentivo





AGRADECIMENTOS

Manifesto meus sinceros agradecimentos às seguintes pessoas e instituições:
. Ao Prof. Cristiano Cunha, Dr. pela brilhante e dedicada orientação ao longo de todo este trabalho.
· Ao Prof`. Suresh K. Khator, Ph.D., que durante meu período de estágio e aperfeiçoamento na University of South Florida, Tampa, USA, muito contribuiu para o desenvolvimento deste trabalho, com seus conhecimentos e preciosos conselhos;
· Aos professores doutores integrantes da Banca Examinadora, pelos valiosos comentários e sugestões, sem os quais este trabalho não seria aperfeiçoado;
. À CAPES, pelo auxílio financeiro;
· Aos professores e funcionários do Departamento de Informática e Estatística da UFSC, por todo o apoio e incentivo demonstrado;
· A todas as pessoas que de forma direta ou indireta. contribuíram para a realização deste trabalho.





SUMÁRIO


LISTA DE FIGURAS

LISTA DE GRÁFICOS

LISTA DE TABELAS

RESUMO

ABSTRACT



CAPÍTULO I - INTRODUÇÃO

1.1. Origem do Trabalho

1.2. Definição do Problema

1.3. Objetivos do Trabalho

1.4. Importância do Trabalho

1.5. Suposições, Alcance e Limitações do Trabalho

1.6. Organização do Trabalho



CAPÍTULO II - REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

2.1. Flexibilidade e Sistemas de Produção
2.1.1. O Conceito e Importância da Flexibilidade na Manufatura
2.1.2. Tipos de Flexibilidades

2.2. Sistemas Flexíveis de Manufatura
2.2.1 Componentes dos Sistemas Flexíveis de Manufatura
2.2.1.1 Centros de Usinagem Numericamente Controlados
2.2.1.2 Sistemas Automáticos de Transporte e Manuseio de Materiais
2.2.1.3 Controle Computacional

2.3 Planejamento e Controle Operacional de SFM
2.3.1 Planejamento da Operação
2.3.2 Controle da Operação
2.3.2.1 Despacho de Peças
2.3.2.2 Despacho de Veículos
2.3.2.3 Impacto dos Parâmetros do Sistema

2.4. Avaliação de Projetos de Sistemas flexíveis de Manufatura
2.4.1 Medidas de Desempenho
2.4.2 Modelos para a Avaliação de SFM

2.5. Simulação de Sistemas flexíveis de Manufatura
2.5.1 Simulação Aplicada ao Desenvolvimento de Projetos de SFM
2.5.2 Simulação Aplicada ao Planejamento e Controle da Produção de SFM
2.5.3. Avanços no Uso da Simulação na Modelagem de SFM

2.6 Sistemas Especialistas
2.6.1 Definição
2.6.2 Diferenças entre Sistemas Especialistas e a Programação Convencional
2.6.3. Estrutura de um Sistema Especialista
2.6.3.1 A Base de Conhecimentos
2.6.3.2 A Máquina de Inferência
2.6.4. Ferramentas para o Desenvolvimento de Sistemas Especialistas

2.7 Sistemas Inteligentes de Simulação (SIS)
2.7.1 As Similaridades entre Sistemas Especialistas e Simulação
2.7.2. O Uso de Sistemas Inteligentes de Simulação em SFM

2.8 Sumário



CAPÍTULO III - MODELO DE SIMULAÇÃO COM ALOCAÇÃO
DINÂMICA DE MÁQUINAS PARA O PLANEJAMENTO E CONTROLE OPERACIONAL DE SFM

3.1 Planejamento da Produção Vs Controle Operacional em SFM
3.1.1 Elementos do Planejamento da Produção em SFM
3.1.1.1 Hipóteses Associadas aos Modelos de Planejamento de SFM
3.1.2 Elementos do Controle Operacional de SFM
3.1.2.1 Regras para a Liberação de Novas Peças ao Sistema
3.1.2.2 Regras para a Priorização de Peças no Buffer das Máquinas
3.1.2.3 Políticas para o Despacho de Veículos Transportadores
3.1.3 Parametros Secundários do Sistema

3.2 Modelo para o Planejamento e Controle Operacional de SFM
3.2.1 Parametros Utilizados no Modelo
3.2.2 Modelo de Simulação Proposto
3.2.2.1 Controle Lógico da Seqüência de Visitações de Máquinas
3.2.2.2 Hipóteses Associadas ao Modelo
3.2.2.3 Controle Lógico do Fluxo de Peças
3.2.2.4 Controle Lógico das Máquinas
3.2.2.5 Controle Lógico do Fluxo dos VAGs

3.3. Medidas de Desempenho

3.4 Sumário



CAPÍTULO VI - APLICAÇÃO DO MODELO DE SIMULAÇÃO PROPOSTO E COMPARAÇÃO DOS RESULTADOS COM OS DOS MODELOS TRADICIONAIS

4.1 Características do Sistema Flexível de Manufatura Modelado

4.2 Validação do Sistema Flexível de Manufatura Modelado
4.2.1 Problema Utilizado na Validação
4.2.2 Os Resultados Obtidos
4.2.3 Testes de Hipóteses para as Médias Obtidas

4.3 Aplicação do Modelo Proposto a Problemas de Planejamento e Controle Operacional de SFM
4.3.1 Geração Numérica de Problemas Exemplos
4.3.2 Comparação de Resultados
4.3.2.1 Experimentos Realizados
4.3.2.2 Problema Exemplo Utilizado na Comparação de Resultados
4.3.2.3 Medidas de Desempenho Adotadas na Comparação dos Resultados
4.3.2.4 Resultados Obtidos nas Comparações
4.3.2.5 Observações sobre os Resultados Obtidos
4.3.2.6 Testes de Hipóteses para Comparação das Médias Obtidas nos Experimentos
4.3.3 Análise de Sensibilidade do Modelo
4.3.3.1 Observações sobre os Resultados das Simulações
4.3.4 Busca das Melhores Combinações entre os Elementos Operacionais
4.3.4.1 Resultados e Comentários sobre os Novos Experimentos Realizados

4.4 Sumário



CAPÍTULO V - ESTRUTURA DO PROTÓTIPO DO SISTEMA INTELIGENTE DE SIMULAÇÃO

5.1 ObjetivodoProtótipo

5.2 Estrutura do Protótipo
5.2.1 InterfaceGráficaUsuário-Sistema(GUI)
5.2.2 Módulo de Simulação
5 2.3 Módulo de Análise
5.3 O Sistema de Decisão
5.3.1 Comunicação entre o Módulo de Simulação e o Módulo de Análise
5.3.2 A Estrutura de Decisão
5.3.2.1 Classes, Objetos, Frames, Slots e Métodos
5.3.2.2 Regras de Produção
5.3.3 Processo de Análise Executado pelo Módulo de Análise

5.4 Sumário



CAPÍTULO VI - APLICAÇÃO E DEMONSTRAÇÃO DE USO DO PROTÓTIPO

6.1 O Procedimento Interativo

6.2 Aplicação do Protótipo e seus Resultados
6.2.1 Solução Inicial
6.2.2 Simulação e Análise dos Resultados da Solução Inicial
6.2.3 Simulação e Análise dos Resultados das Interações Subsequentes

6.3 Comentários sobre os Resultados, Procedimento Interativo e Uso do Protótipo
6.3.1 Comentários sobre os Resultados
6.3.2 Comentários sobre o Procedimento Interativo
6.3.3 Comentários sobre o Uso do Protótipo

6.4 Sumário



CAPÍTULO VII - CONCLUSÕES E RECOMENDAÇÕES À FUTURAS PESQUISAS

7.1 Resultados e Contribuições da Pesquisa

7.2 Limitações do Trabalho

7.3 Recomendações à Futuras Pesquisas
7.3.1 Extensao da Capacidade do Módulo de Análise
7.3.2 Extensão da Capacidade do Módulo de Simulaçao
7.3.3 Integração do Fluxo de Ferramentas ao Modelo.
7.3.4 Outras Extensões



ANEXOS

ANEXO 1 Código Fonte do Programa para Alocação Dinâmica dos Recursos em Tempo de Simulação
ANEXO 2 Código Fonte de todas as Regras do Protótipo
ANEXO 3 Principais Telas do Protótipo
ANEXO 4 Código Fonte do Modelo de Simulação em SIMAN
ANEXO 5 Código Fonte do Experiment File em SIMAN IV
ANEXO 6 Código Fonte do Protótipo com todas as Classes, Objetos, Instancias, Funções e Métodos



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS






LISTA DE FIGURAS

Figura 2.1 Um Exemplo de Sistema Flexível de Manufatura

Figura 3.1 Elementos dos Modelos de Planejamento de SFM

Figura 3.2 Elementos do Controle Operacional de SFM

Figura 3.3 Controle Lógico da Seqüência de Visitações de Máquinas

Figura 3.4 Controle do Fluxo de Peças

Figura 3.5 Controle Lógico das Máquinas

Figura 3.6 Controle Lógico do Fluxo de VAGs

Figura 4.1 Layout do SFM Exemplo baseado no modelo citado por CARRIE

Figura 4.2 Visao Esquemática do Processo de Geração de Problemas Exemplos

Figura 4.3 Representação Esquemática das duas Abordagens

Figura 5.1 Estrutura Geral do Protótipo

Figura 5.2 Tela Inicial do Protótipo com Alguns dos Elementos da GUI

Figura 5.3 Tela Inicial do Módulo de Simulação com suas Duas opções

Figura 5.4 Estrutura do Módulo de Simulação

Figura 5.5 Tela Inicial do Módulo de Análise

Figura 5.6 Janela com os resultados da Simulação Referentes as Peças Produzidas

Figura 5.7 Estrutura do Módulo de Análise dos Resultados da Simulação

Figura 5.8 Processo de comunicação entre módulos de simulação e análise por meio de arquivos

Figura 5.9 Elementos Básicos do MS e do MA

Figura 5.10 Algumas Classes e Instâncias do Protótipo

Figura 5.11 A Classe de Máquinas Exibindo a Lista Parcial de seus Atributos e a Lista de Métodos Associados a Alguns Deles.

Figura 5.12 O Método Diag_Uhl_Maq associado ao Slot UtilMedMaq

Figura5.13 Inter-relações entre Alguns Métodos e Conjuntos de Regras para a Realizaçao do Diagnóstico Operacional das Máqumas

Figura 5.14 Exemplo de uma Regra de Otimização do Sistema

Figura 6. 1 Estágios de tomada de decisão no Procedimento Interativo

Figura 6.2 Resultados das análises realizadas pelo MA para a simulação da solução inicial

Figura 6.3 Tela com os resultados das análises da interação 3 elaboradas pelo MA

Figura 6.4 Tela com os resultados das análises da interação 4 elaboradas pelo MA

Figura 6.5 Tela com os resultados das análises da interação 5 elaboradas pelo MA

Figura 6.6 Tela com os resultados das análises da interação 6 elaboradas pelo MA

Figura A.1 Tela Inicial do Protótipo com alguns Elementos da Interface Gráfica

Figura A.2 Tela Inicial do Módulo de Simulação com suas duas Opções

Figura A.3 Tela que Permite ao Usuário a Definição dos Parâmetros e Políticas Operacionais a Serem Empregados durante a Simulação do Sistema

Figura A.4 Exemplo da definição de um cenário. Nesta Tela são Definidas quais peças serão fabricadas e em qual volume

Figura A.5 A tela acima permite a definição dos parâmetros das máquinas. Podemos definir que operações cada uma realizará, com que eficiência, as taxas de utilização máxima e mínima e o tamanho dos buffers.

FiguraA.6 Na tela acima apresentamos um exemplo de definição de políticas operacionais. No caso, a política de despacho de peças

Figura A.7 A tela acima mostra um exemplo de apresentação dos resultados da simulação. No caso os resultados referem-se as peças produzidas

Figura A.8 Tela de apresentação dos resultados simulação referente ao desempenho das máquinas

Figura A.9 Tela de apresentação dos resultados simulação referente ao desempenho dos VAGs

FiguraA.10 Tela de apresentação dos resultados simulação mostrando duas das principais medidas de desempenho: Tempo Médio do Ciclo de Produção e Tempo Médio do Fluxo de Peças

Figura A.11 Tela inicial do Módulo de Análise. A última opção permite iniciar o processo de análise utilizando o MA

FiguraA.12 A tela acima permite ao usuário definir alguns parâmetros básicos para iniciar o processo de análise

Figura A.13 A tela acima é um exemplo dos resultados das análises efetuadas pelo MA. Neste exemplo. o MA sugere a continuidade das simulações com alterações nos parâmetros do modelo de simulação.

Figura A.14 A tela acima é outro exemplo dos resultados das análises efetuadas pelo MA. Nesta, o módulo de análise está sugerindo o encerramento do processo interativo.






LISTA DE GRÁFICOS

Gráfico 4.1 Ganhos percentuais obtidos pelo uso do novo modelo

Gráfico 4.2 Efeito das regras para a liberação de peças

Gráfico 4.3 Efeito das regras para o despacho de veículos

Gráfico 4.4 Efeito do tamanho dos Buffers

Gráfico 4.5 Efeito do número de Pallets

Gráfico 4.6 Resultados para o uso de 2 VAGs

Gráfico 4.7 Resultados para o uso de 3 VAGs

Gráfico 4.8 Resultados para o uso de 4 VAGs

Gráfico 4.9 Resultados para o uso de 2 VAGs

Gráfico 4.10 Resultados para o uso de 3 VAGs

Gráfico 4.11 Resultados para o uso de 4 VAGs

Gráfico 4.12 Resultados para o uso de 2 VAGs

Gráfico 4.13 Resultados para o uso de 3 VAGs

Gráfico 4.14 Resultados para o uso de 4 VAGs

Gráfico 4.15 Resultados para o uso de 2 VAGs

Gráfico 4.16 Resultados para o uso de 3 VAGs

Gráfico 4.17 Resultados para o uso de 4 VAGs





LISTA DE TABELAS

Tabela 2.1 Hierarquia e funções de controle computacional em um SFM

Tabela 2.2 Medidas de Desempenho

Tabela 4.1 Mix de Produçao Desejado

Tabela 4.2 Seqüências Operacionais e Respectivos Tempos

Tabela 4.3 Resultados dos Dez Experimentos com o Modelo em SIMAN

Tabela 4.4 Resultados do Experimento com o Modelo em ECSL

Tabela 4.5 Resultados dos Testes de Hipóteses para as Médias

Tabela 4.6 Operações e Tempos Necessários aos Vários Tipos de Peças Produzidas

Tabela 4.7 Eficiências na Realização das Operações pelas Máquinas do SFM

Tabela 4.8 Um Conjunto de Problemas Criados pela Execução da Segunda Etapa do Processo de Geraçao de Problemas Exemplos

Tabela 4.9 Resultados dos Experimentos quando se Aplicam as Duas Abordagens

Tabela 4.10 Resultados dos Testes de Comparaçao das Médias de TCP e Tfluxo

Tabela 6.1 Solução inicial (parametros e regras) para o problema exemplo

Tabela 6.2 Resultados da Solução Inicial Referentes as Peças

Tabela 6.3 Resultados da Solução Inicial Referentes as Máquinas

Tabela 6.4 Resultados da Solução Inicial Referentes as VAGs

Tabela 6.5 Resultados da Solução Inicial Referentes ao Sistema

Tabela 6.6 Resultados da segunda Simulação

Tabela 6.7 Resultados da terceira Simulação

Tabela 6.8 Resultados da quarta Simulação

Tabela 6.9 Resultados da quinta Simulação

Tabela 6.10 Resultados da sexta Simulação